sexta-feira, 5 de julho de 2024
Trabalho Livre de Ana Luísa Felizardo, 11.ºE
Trabalho Livre de Ana Sofia Silva, 11.ºE
professora Ana Cristina Magalhães, Escola Secundária de Águas Santas
Trabalho Livre de Ana Isabel Coelho, 11.ºE
Desenho A, professora Ana Cristina
Trabalho Livre de Beatriz Melo, 11.ºE
quarta-feira, 26 de junho de 2024
Trabalho Livre de Beatriz Moreira, 11.ºE
"Para a disciplina de desenho A da Professora Ana Cristina Magalhães, realizei um trabalho inspirado no meu jogo favorito, The Last of Us. Nesta memória descritiva estão presentes algumas técnicas que aprendi e materiais que utilizei durante as aulas e nos trabalhos de casa destes anos letivos.
A história do jogo é à volta de um fungo que começa a infetar seres humanos, existindo assim uma pandemia. Os infetados matam e mordem os humanos, para que o fungo se espalhe e controle mais pessoas. Ellie, a minha personagem favorita e a retratada no desenho, é imune ao fungo, então parte numa viagem com Joel (também retratado no trabalho), para ser levada a um grupo conhecido como Pirilampos, para ser examinada e encontrarem uma cura, porém, a cura significava a morte dela. Nos meses de viagem até lá, Joel e Ellie desenvolveram uma relação de pai e filha, e quando Joel descobre que os exames matariam a mais nova, tenta tirá-la dos Pirilampos, mas os mesmos não o permitem, levando Joel a matá-los para recuperar e salvar Ellie. Mais tarde, Joel é morto por vingança da filha de um dos médicos que ia examinar Ellie (já que Joel matou o mesmo).
No meu trabalho retratei as duas personagens em questão para falar de um sentimento típico de Portugal, a saudade. Quis desenhar ambos com a guitarra, pois foi Joel que incentivou Ellie a aprender a tocar o instrumento, e depois da sua morte, isso era a única coisa que fazia com que Ellie se sentisse mais próxima do “pai”.
Em folhas soltas comecei por fazer um rascunho dos mencionados, e para isso utilizei duas imagens de referência.
Depois de passar para uma folha A3 de papel cavalinho comecei a pintura. Utilizei lápis de cor da marca “Winsor & Newton”. Para a figura feminina optei por usar um tom verde tropa no casaco, e castanhos para a guitarra e cabelo, para se adequar a personagem. Para o Joel usei apenas um tom escuro em alguns detalhes, já que no desenho ele é só uma memória e não está completamente presente.
No fundo usei um tom cinzento claro em aguarela e fiz algumas manchas com uma cor mais escura à volta da personagem."
Beatriz Moreira, 11.ºE
Trabalho Livre de Tiago Santos, 11.ºE
"Este trabalho livre foi realizado para a disciplina de Desenho, da professora Ana Cristina Magalhães, no dia 12/05/2024.
Esta ideia surgiu após algumas conversas na brincadeira com amigos, no caso, como as pessoas parecem diferentes à primeira vista e que passado algum tempo temos opiniões completamente diferentes.
Para transmitir essa ideia eu decidi desenhar duas pessoas iguais só que em posições diferentes, pois para nós conseguirmos ver as duas pessoas na “posição normal” teríamos sempre de virar o quadro e ver primeiro uma e depois a outra, como é possível ver na imagem abaixo."
Trabalho Livre de Zahira Rosa, 11.ºE
Memória descritiva do Trabalho Livre
Trabalho Livre de Catarina Santos

Catarina Medeiros, PHDA - Pensamentos a mil, 2024 tinta acrílica, canetas, esferográfica, lápis de cor, lápis de cera e pastel de óleo s/tela
Trabalho Livre de Raquel Simão, 11.ºE
Trabalho Livre de Afonso Barbosa - 11.ºE
Trabalho Livre de Santiago Dias, 11.ºE
segunda-feira, 11 de março de 2024
Trabalho livre de Ana Luísa Felizardo - 11.ºE
Memória descritiva do trabalho livre do 1°período
Finalmente, vou considerar o meu desempenho neste trabalho na realização do próximo. A professora aconselhou-me a ser mais criativa no que tange ao tema dos meus trabalhos, então procurarei um tema que seja mais crítico e metafórico do que paisagens utópicas com pessoas que gosto. Fora isso, penso que o trabalho, tirando alguns retoques que ainda podiam ser feitos, demonstra melhorias em comparação ao ano passado."
Trabalho Livre Ana Isabel Coelho - 11.ºE
Memória Descritiva de
Ana Isabel - Desenho A
professora Ana
Cristina, realizado dia 02/12/2023 em casa
– Trabalho livre do 1º
período –
‘’As tuas ações têm
consequências’’
"Nesta memória
descritiva irei falar de todos os passos e dias de trabalho na realização deste
trabalho livre no âmbito da disciplina de Desenho A, do primeiro período do ano
letivo de 2023/2024, nomeado como ‘’As
tuas ações têm consequências’’.
Para trabalhar neste projeto usei uma
cartolina azul-clara (24cmx32cm), tinta acrílica e caneta de ponta 0.4 preta.
Desta vez decidi expressar-me
de uma forma diferente da habitual. O motivo que me levou a realizá-lo foi a
frase pela qual nomeei o trabalho, mas mais especificamente na inspiração num jogo
chamado ‘’Life is
Strange’’, que consiste em tomar decisões, e a cada decisão aparece a frase ‘’as tuas
ações têm consequências’’. Nesse mesmo jogo demonstra o efeito borboleta por
causa das decisões tomadas, logo com o efeito borboleta, pequenas atitudes
podem gerar enormes mudanças do tempo, provocando uma sensação de caos e
fazendo com que a pessoa repense antes de agir.
Contudo, a minha ideia inicial era
desenhar-me em desespero
e a chorar agoniada, com várias borboletas ao meu redor, que retratam o efeito
borboleta e que devia ter tomado melhores decisões. As fitas nos pulsos
seriam os remorsos, traumas e medos vindos do passado e consequentes das minhas
ações, mas no final acabei por desistir desta ideia por que não sentia que iria
representar bem o que queria, pois gosto de me expressar com a arte, como
um meio para desabafar.
Além desta ideia inicial fiz também outros
rascunhos que no final acabaram por ser descartados pois não estava a gostar de
nenhum.
No final,
consegui gostar de um rascunho, e foi essa a base do meu projeto, em que estarei sentada, com uma expressão exausta e triste. Com o rascunho feito,
passei para o passo seguinte, que foi redesenhar o rascunho na cartolina, porque
a cartolina tem mais alguma resistência por causa do uso da tinta acrílica, e
de facto não vou mentir, demorei imenso a refazer a pose relativamente igual à
do rascunho, por que tive de fazer maior. Feito o rascunho, hora de começar o
trabalho, como disse inicialmente, era suposto desenhar-me, mas acabei por
preferir fazer uma silhueta, e essa silhueta representa a minha alma.
Agora, relativamente ao resultado do trabalho, vou falar do significado e dos detalhes da obra.
No trabalho podemos ver cores quentes e frias, tanto no fundo, quanto na silhueta. A silhueta representada é a minha alma, com variadas cores e com um significado por trás. A cabeça está mais destacada a vermelho, pois representa o excessivo stress, raiva, fúria e paixão. Do pescoço até aos pés tem azul, representando serenidade e calma, os tons laranjas representam o humor, entusiasmo e energia, os tons roxos representam intimidade, sensibilidade e arrogância, os pequenos tons verdes representam o ciúme e esperança. No peito da silhueta podemos ver uma borboleta que representa a evolução e o recomeço, como se fosse uma metamorfose de uma borboleta, e os tons rosas na borboleta representam delicadeza e conexão emocional. A silhueta encontra-se sentada numa espécie de vácuo mental, muito pensativa com as suas atitudes e ações passadas e, à sua volta, encontram-se 5 borboletas: as borboletas azuis representam a depressão, as borboletas amarelas representam a ansiedade, e a borboleta vermelha representa a fúria e stress, e essas 5 borboletas representam os danos causados pelas ações do passado. No fundo notamos cores de tons fortes e quentes, sendo tons verdes, vermelhos magenta, rosa, etc. em que quis representar o bloqueio emocional, pois as emoções tendem a ser tão fortes que às vezes não sabemos lidar corretamente com elas, causando danos psicológicos graves. Foi um trabalho complicado, feito com muito stress e ansiedade, o que me fez pensar cautelosamente quais cores iria utilizar para a minha objetiva representação, e de certa forma fez-me expressar-me."
Ana Isabel Coelho
Trabalho Livre de Catarina Medeiros - 11.ºE
Catarina Medeiros, Emoções à Loucura, 2023
Aguarela, lápis de cor, marcador e canetas Posca brancas s/papel aguarela A3
Figura 1- Malena Bozzini Figura 2- Fanart de Tomie, de obj.shep
Figura 3- Ilustração de ‘’Uzumaki’’ de Junji Ito
Figura 4- Sketch (incompleto)
De seguida tratei de pintar o cabelo, face e ferida ‘’macabra’’ presente no lado direito da face da personagem com a aguarela. Utilizei assim a técnica de mancha para uma primeira camada (figura 5 e 7). Para a pele decidi fazer um tom de pele com aquele jogo das cores primárias até chegar à cor de pele da figura 5. De seguida utilizei castanhos, laranjas, azuis e roxos para fazer sombras no rosto. Nos lábios juntei o tom de pele base da figura 5 com um tom mais rosado para obter a cor da figura 7. Até que percebi que a personagem estava demasiado serena. Então, utilizando principalmente azul escuro e roxo, consegui dar uma expressão mais entristecida representando o esgotamento emocional. Para esta ferida ‘’macabra’’, fiz o efeito de sangue, começando com um tom de vermelho tentando já fazer um pouco de sombras (figura 5), inspirando-me numa referência que encontrei (figura 6). Continuando a tentar fazer o tal efeito de sangue, utilizei tons de castanhos, amarelos e rosa escuro com o pincel semi seco tentando fazer efeito de esponja (figura 7 e 8).
Para concluir, este trabalho serviu para sair da minha área de conforto nas artes. Fiquei diversas vezes ansiosa ao ver alguns tipos de imagens e, sinceramente, acho que consegui cumprir e expressar a minha ideia para o trabalho."
Trabalho Livre de Afonso Barbosa, 11.ºE
Memória descritiva
“Altura de crescer”
"Neste trabalho livre decidi representar as ideias do amadurecimento e da infância. Comecei a trabalhar num papel A3 juntando as minhas ideias e focando-me inicialmente em desenhar uma casa de tijolos num precipício.
Nesta parte do trabalho utilizei lápis de cor, pastel seco e tinta da china para desenhar o precipício e a casa de tijolos. Depois, com recurso a lápis de cor, pastel seco e tinta da china, acrescentei mais detalhes. A casa de tijolos é desenhada torta intencionalmente para representar a infância, um período onde era tudo tranquilo, não havia responsabilidades, não havia a necessidade de ser rigoroso e direito. A infância é, em si, um período de felicidade e segurança, traduzida pela luz que é emitida de dentro da casa. Em seguida comecei a pintar a folha com aguarela cor de rosa para fazer uma “base”.
Depois de fazer a “base” iniciei o mar: fiz o esboço do tornado marítimo com recurso a tinta guache, aguarela e pastel seco.
Com tinta guache branca pintei os movimentos do mar à volta do tornado.
Escolhi fazer um tornado no mar para representar um dos imensos obstáculos e problemas que surgem durante a vida, sobretudo na adolescência e contrário ao que acontece na infância. A adolescência é um período de muita tensão onde nós estamos a descobrir que temos responsabilidades. Trata-se de um período onde por vezes não há espaço para errar. Em seguida desenhei com pastel de óleo, pastel seco e tinta da china um rapaz a olhar para o tornado.
Trabalho Livre de Ana Sofia Silva - 11.ºE
Técnica mista s/ papel de aguarela; 29,7x42cm
Memória Descritiva de Ana Sofia Aroso Silva
professora Ana Cristina Magalhães, Escola Secundária de Águas Santas
"Depois de uma certa “perseguição” da flor beladona durante o verão, pensei que seria interessante utilizar esta bela flor para meu benefício, sendo esta a minha principal inspiração para a realização deste trabalho, ajudada por referências que fui encontrando ao longo do tempo. Neste desenho, decidi tornar o lírio beladona numa personagem humana, depois de pesquisar a sua simbologia. As beladonas simbolizam a beleza, o orgulho, a confiança, a feminilidade e a inocência.
Inseri estas características na obra, usando cores suaves e formas onduladas, representando a inocência com o uso do branco e azul claro no vestido, a beleza e a delicadeza da própria flor. A sua pose, o movimento das roupas e cabelo, e a flor no cabelo dão indícios da feminilidade, assim como as próprias beladonas que a personagem tem nas mãos e perto das pernas, representando estas a própria flor que eu queria inserir no trabalho.
Para tal foi também escolhido como material a aquarela, lápis de cor e pastel seco, que me permitiram obter o efeito delicado e suave que pretendia, utilizando como suporte o papel de aguarela. As formas espirais dos lados da personagem representam o desabrochar da pétala da beladona, que cria uma pequena espiral na ponta. É criado algum movimento no vestido e cabelo, e até nas pinceladas do fundo, criando alguma dinâmica na obra, assim como a utilização de formas curvas e circulares.
Foram feitos esboços prévios, tendo algumas das ideias originais sido alteradas com o correr da obra.
Diferentes fases do esboço
Como referência, utilizei outras obras que encontrei, nas quais me inspirei no estilo em que são feitas, pois achei que este se enquadra com a ideia que tinha em mente, assim como referências para o desenho das próprias flores."














