quarta-feira, 14 de abril de 2021

Natureza Morta, 12.ºF


 

Trabalho Livre da Daniela Dias


Daniela Dias, Libertação, 2021, 70x50cm
Guaches e caneta permanente sobre tela 


"Nesta memória descritiva vão ser relatados todos os passos dados para a concretização do projeto do trabalho livre, ou seja, um trabalho ao gosto do aluno. Para o segundo período decidi que o meu trabalho se ia intitular de “Libertação”.
Este trabalho começou pela realização de algumas pesquisas, para ter ideias. Após algum tempo comecei a elaborar um esboço numa folha baseado numa imagem que tinha visto, com algumas alterações. De seguida, passei para para a tela com dimensões de 50cm por 70cm e colori a tela toda com guache cor de rosa. Após a secagem da mesma, comecei a desenhar o rosto, as borboletas e os restantes elementos com lápis de grafite 8b e posteriormente passei com caneta preta permanente. Utilizei guaches verde água e azul para pintar as borboletas e finalizei o meu trabalho com a frase “I believe I can fly. I believe I can touch the sky”.
Este trabalho tem o intuito de mostrar que, ao longo da vida, passamos por muitas transformações que por vezes são dolorosas, o que é possível observar no rosto da mulher. Mas, atrás dessas transformações vem a libertação que, de certa forma, é representada pelas borboletas – animais que voam livremente. Decidi colocar a frase porque acaba por completar a mensagem do meu trabalho."

Daniela Dias, 11.ºE

Trabalho Livre da Beatriz Pereira


The Way I See Things


"Nesta memória descritiva vão ser relatados todos os passos dados para a concretização do Trabalho Livre do 2ºperíodo do 11ºano. O suporte é uma folha A4 e recorri a uma técnica mista de esferográfica preta, aguarelas de várias cores, marcador preto, azul, cinzento e uma caneta de gel branca.




The Way I See Things é uma música da autoria de Lil Peep (figura 1). O único artista musical de quem me considero verdadeiramente fã e que escolhi homenagear neste trabalho. Assim, decidi também continuar a desenvolver a minha técnica de desenho do rosto humano.

 
Primeiramente, desenvolvi um esboço do projeto (figura 2). Para além do rosto queria adicionar outros elementos ao desenho, dessa forma acrescentei à folha um coelho no estilo Kawaii, uma personagem minha já criada anteriormente e que considero uma “assinatura”, e partes da letra da música acima referida (“Walkin` home alone, I see faces in the rain”. “I don´t feel much pain”, “It´s just the way I be / It´s just the way I see things”). Incluí também uma espécie de auréola de anjo na figura humana pois o músico faleceu em 2017.



De seguida passei o desenho para uma segunda folha, apropriada para o trabalho em aguarela, pois era um dos materiais que pretendia usar. Usei apenas uma esferográfica preta para o rosto (figura 3) mas, como o meu objetivo era criar um trabalho colorido, recorri a aguarelas e a marcadores para dar mais “vida”. Assim, usei estes materiais no fundo e também por cima da esferográfica. Desenhei alguns brilhos, traços e salpiquei algumas gotas de aguarela pela folha. Por fim, obtive o resultado final do trabalho e procedi à sua digitalização.

Para concluir, estou satisfeita com o meu trabalho pois diverti-me a fazê-lo e pude aprimorar a minha técnica com esferográfica e aguarelas. Além disso, penso que conclui bem o meu objetivo de homenagear o rapper."
Beatriz Pereira, 11.ºE

 

Trabalho Livre da Sílvia Silva

Sílvia Silva, Lily, 2021, 21x29,7cm, papel de aguarela
Caneta de ponta fina, lápis de cor, pastel/óleo, guache 


"Nesta memória descritiva vão ser relatados todos os passos dados para a realização do projeto do trabalho livre. A partir da proposta da professora, de elaborar um trabalho de um desenho à nossa escolha, com a(s) técnica(s) à nossa escolha, tive a ideia de fazer um desenho de uma personagem minha chamada Lily.



Comecei a elaboração do meu trabalho numa folha de papel de aguarela A4 e fiz um enquadramento de 2 cm e decidi fazer uns quadrados. De seguida, desenhei a Lily, contornei o desenho com uma caneta de ponta fina preta e com lápis de cor, comecei a colorir. Depois fiz um fundo inspirado na imagem que aparece quando a televisão fica sem sinal e também escrevi, com a caneta de ponta fina preta, a letra da música “A Sort Of Homecoming”, do álbum “The Unforgettable Fire”, dos U2, que é uma das minhas músicas favoritas e que me faz sentir mais calma e feliz. Depois fiz um contorno em volta dela com uma caneta branca, com pastel de óleo colori a preto e branco os quadrados e escrevi o nome dela com a caneta de ponta fina preta.
Decidi fazer este desenho porque quis experimentar voltar a desenhar personagens criadas por mim. Quando era criança, adorava inventar personagens que eram baseadas em algum desenho animado/filme que gostava de ver ou eram baseadas em certos gostos e também em certas características minhas. Desenhava-as muitas vezes no computador ou num caderno que não tinha usado muito na escola e então aproveitava-o. Esses desenhos tinham sempre contexto porque inventava as histórias e tentava desenhar. O ano passado decidi criar uma personagem que tivesse algumas características psicológicas minhas e talvez fazê-la com um estilo específico, o que acabou por não acontecer muito bem, e assim nasceu a Lily. Atualmente, ainda só criei esta e mais uma personagem e, ao decidir voltar a fazer isto, trouxe para mim uma grande nostalgia, por ter saudades..."

Sílvia Silva 11.º E

Trabalho Livre da Cátia Matos


 

"O meu trabalho é representado por duas caras, mostrando o lado bom e mau de uma pessoa.
De um lado temos um rosto sereno com cores quentes, mostrando a paixão e o amor de uma pessoa, o seu lado sereno, o que demonstramos inicialmente aos outros.

Do outro lado temos cores mais frias, com rosto rancoroso, demonstra o nosso lado negativo de medos, rancores e mágoas.

Com este trabalho quis representar que temos qualidades e defeitos que devemos conseguir equilibrar, pois podemos sentir coisas boas e más.

Os materiais que eu utilizei foram lápis de grafite, caneta de ponta fina preta, e pastel de óleo."

Cátia Matos 11.ºE

Trabalho Livre da Sara Costa


"Nesta memória descritiva serão relatados todos os passos dados para a concretização do projeto do trabalho livre, ou seja, ao gosto do aluno.
Este trabalho está relacionado com os estereotípicos impostos às mulheres pela sociedade, uma vez que a entrega deste trabalho tinha a sua data aproximada ao Dia Mundial da Mulher (8 de março).
Iniciei com algumas pesquisas sobre diferentes tipos de corpos. De seguida fiz cerca de dois esboços, os quais não gostei. Então dividi a folha A4 em quatro e em cada retângulo desenhei corpos femininos diferentes. Por fim, pintei o meu trabalho com tintas acrílicas e contornei-o com caneta de filtro preta.



No primeiro retângulo está representada uma doença de pele chamada vitiligo, assim como a magreza e a ausência de curvas do corpo feminino; no segundo uma mulher negra com peso elevado (segundo os ideais da sociedade); no terceiro temos as estrias; e por último os pelos axilares, que são bastante reprimidos.
Para concluir, este trabalho representa apenas alguns dos aspetos naturais repreendidos nos corpos das mulheres, todos os dias, pela nossa sociedade."
Sara Costa, 11.ºE

Trabalho Livre da Érica Lopes


"No meu trabalho livre, inspirei-me numa série que recentemente vi, a qual fala sobre vampiros e criaturas místicas, e como elas se comportariam nos nossos dias.
Interessei-me bastante pela parte dos vampiros e, então, decidi fazer uma personagem original minha, no caso, o rapaz de cabelo preto. Ele é um vampiro/demónio e o seu nome é Akuiyama e faz parte de uma história original, também criada por mim.  
Comecei por fazer um estudo sobre aquilo que queria desenhar. Como o Akuiyama já era uma personagem que tinha desenhado, não tive muito trabalho em estudá-lo. Tentei focar-me mais na parte dos pormenores, como o sangue e as mãos. No estudo, a primeira ideia que tive foi o Akuiyama a morder uma rapariga, mas como estava a ter dificuldades a desenhar o cabelo dela, preferi desenhar um homem.
 


Neste trabalho usei uma técnica mista de aguarela com tinta-da-china: trabalhei primeiro as mãos e a cara da minha personagem, o tom de pele dele é um tom claro quase para o branco, e depois misturei cores como vermelho, azul e roxo, para dar mais “cor” à sua pele.
Depois das cores de pele estarem trabalhadas, passei para os seus olhos. Estes são uma mistura de vermelho com laranja, com as pupilas em bico e pequenos riscos em branco em baixo. Após os olhos estarem trabalhados, passei para o sangue que escorre da sua boca. Nesta fase, a parte mais difícil para mim com certeza foi encontrar o tom certo para o sangue, tive que fazer várias misturas de cor para conseguir achar o tom certo do sangue. Já o seu cabelo foi bem menos trabalhoso, pois só tive que apontar antes onde seriam as partes de luz (espaços que estão em branco) e depois pintar... O cabelo do Akuiyama foi todo trabalhado a tinta-da-china. 
Depois de a minha personagem estar toda trabalhada, passei para as cores da outra personagem, como esta era uma personagem irrelevante, criei-o para fazer sentido ao trabalho, não me preocupei muito com as sua cores pois esse não era o foco. O seu cabelo castanho claro foi para fazer contraste com o cabelo negro do Akuiyama, já as suas roupas azuis escuras foi para dar contraste com a pele clara da minha personagem. 
A frase que o Akuiyama diz “Wanna join Aoiko” dirige-se à minha outra personagem, pois ambos fazem parte da história original que criei." 
Érica Lopes, 11.ºE

Trabalho Livre da Joana Madureira

Figure1

"Nesta memória descritiva vão ser relatados todos os passos dados para a concretização do trabalho livre.
Este trabalho foi realizado numa folha de aguarela, cortada numa forma aproximada a um quadrado. Os materiais utilizados foram: aguarela, guache, tinta acrílica, tinta a óleo, marcadores e caneta de gel. Está representada uma figura feminina padrão com tinta negra a escorrer da área da boca, com uma mão a tapar a zona. No fundo, para além de manchas de cor e frases/palavras, tem como elementos: líquido vermelho a escorrer na figura, uma cobra e uma rosa, que não está no fundo, mas faz parte da parte cenográfica. As frases/palavras, são referências a partes de músicas ou títulos.
A ideia inicial era fazer algo semelhante ao trabalho livre do 3.º período do 10.º ano, mas acabou por ir por outros caminhos, dei “Figure 1” como título. Pessoalmente não gostei deste trabalho, não sinto que seja algo que faria apesar de tê-lo feito, no entanto o facto de não gostar dele é o que o torna especial."

Joana Madureira, 11.ºE

Trabalho Livre da Joana Alves


 

terça-feira, 6 de abril de 2021

Obras de Arte em Objetos, by Bea


Beatriz Pereira, 11.ºE

Objetos e Arte

Joana Madureira, 11.ºE

Objetos Artísticos

Cátia Matos, 11.ºE

Arte em Objetos

Joana Alves, 11.ºE

As Obras no nosso Comum

Érica Lopes, 11.ºE

Obras de Arte em Objetos do quotidiano

Rodrigo Bonina, 11.ºE

Obras de Arte em Objetos

Ana Costa, 11.ºE

Objetos comuns do dia-a-dia com Obras de Arte

Sara Costa, 11.ºE

Objetos de uso comum com Obras de Arte

Sílvia Silva, 11.ºE

 

Obras de Arte em Objetos

Beatriz Queirós, 11.ºE

 

Objetos com Obras de Arte

 


Daniela Dias, 11.ºE

Arte nos Objetos

 

José Veiga, 11.ºE

O meu rosto no corpo de ...

 

 
Sarah Affonso, Sílvia Silva,11.ºE 



  
Sónia Delaunay, Beatriz Pereira,11.ºE 



 
Jorge Pinheiro, José Veiga,11.ºE 



 
Ana Vidigal, Joana Alves,11.ºE 



 
Maria Helena Vieira da Silva, Sara Costa,11.ºE 



 
Cruzeiro Seixas, Rodrigo Bonina,11.ºE 



 
Bárbara Assis Pacheco, Joana Madureira,11.ºE 



 
Helena Almeida, Daniela Dias,11.ºE 

segunda-feira, 5 de abril de 2021

Trabalho Livre da Mara Silva

 

A Deusa






 



"Trabalho realizado numa tela de 40X50 , com recurso a tinta acrílica, pastel seco, posca preta e aguarela de mica.

Neste trabalho queria continuar a minha jornada da representação feminina, mas pretendia explorar uma composição mais completa e complexa. Tinha como objetivo criar um quadro de estilo religioso mas, obviamente com um toque de execução pessoal. Utilizei as folhas à volta da figura, escurecidas num quase degradê, para criar o efeito de profundidade. As peças douradas que a deusa usa, servem para enaltecer a sua beleza e o poder que dela emana. 

Não coloquei pupilas na figura com a intenção de lhe dar um ar de uma criatura que não é completamente humana e para intensificar a sensação de autoridade que a deusa tem. 

Este é um trabalho de que me orgulho muito e que me desafiou a pensar fora da caixa e a quebrar os meus limites em termos de composição e de utilização de materiais."

Mara Silva, 12.ºF


Trabalho Livre da Inês Sousa

“Efeito Borboleta”, Inês Sousa, 59x35cm, acrílico sobre tela





 

Estudo



Nesta pintura, realizada no âmbito da disciplina de desenho A, como trabalho final do segundo período, inspirei-me no simbolismo da borboleta, que é normalmente associada com à transformação, uma nova fase, infância para a vida adulta. Já o título “Efeito Borboleta” é uma referência à “Chaos theory” que trata da imprevisibilidade dos eventos, e a noção de que uma pequena mudança pode causar danos significativos.
A borboleta é o motivo principal da pintura sendo a única coisa com cor quente contrastando com o resto do corpo e fundo. Esta pintura foi realizada em acrílico com aplicação de verniz.

Trabalho Livre de Ana Beatriz Filipe


"Heartless”

"Estre trabalho é em geral sobre o coração. O coração, apesar de ser um músculo oco que bombeia o sangue através dos vasos sanguíneos, acabamos por o sentir ligado às nossas emoções/sentimentos. No entanto, o nosso cérebro é a nossa base de pensamentos e sentimentos como a raiva, tristeza, alegria, amor, medo e até mesmo ansiedade, mas por vezes cada um desses sentimentos acabam por ser demais até mesmo pela saúde mental. Esta obra demonstra um coração fora do corpo a ser esmagado e também furado que representa algo como tirar as emoções e estes sentimentos para fora e não os sentir mais, daí o nome ser “Heartless” - sem coração. Os materiais utilizados foram: tinta acrílica e lata de grafite preta prateada. O suporte é tela de 24 por 18 cm."

Ana Beatriz Filipe, 12.ºF

Trabalho Livre do Tiago Rodrigues







"Ao ler e pesquisar sobre artistas em busca de inspiração
para os meus próximo quadros, encontrei um vídeo sobre
Zdzislaw Beksinski, um pintor polaco que pintava imagens
de pesadelos, influênciadas pelos tempos pós-guerra em
que vivia.

O que aprendi sobre este artista é que ele pintava
quadros pelo simples motivo de pintado algo para que se
pudesse olhar e apreciar, sem passar qualquer mensagem,
sem significado, porque uma obra de arte pode existir sem
significado à priori, desta forma, sem nenhuma ideia nem
objetivo impostos no espectador, a sua mente terá uma
interpretação totalmente livre, sem guia.

Não os quadros deste pintor em si, mas sim a forma de
pensar que algo pode ser dado significado depois de ser
criado, foi o que inspirou esta coleção de trabalhos.

Escolhi as primeiras cinco imagens que encontrei
aleatoriamente e achei interessantes o suficiente e
pintei-as sem nenhuma mensagem ou simbolismo escondido.
Desta forma qualquer que seja a pessoa que a observe irá
criar ela mesma uma história se for pedido para pensar no
que estes quadros representam, todos eles têm a
possibilidade de trazer memórias, ou nostalgia, ou
história totalmente nova, mas ao mesmo tempo não têm isso
ligado a eles, não têm significado, nem representam nada,
mas irão representar quando forem vistas e quem as vê
pensar sobre elas, cada pessoa que as verá terá uma
versão diferente da mesma base de uma história ou
sentimento."

Tiago Rodrigues, 12.ºF

Trabalho Livre da Alícia Monteiro

Um Corpo Ideal





 

"O meu trabalho livre foi realizado tanto em meio digital como em meio tradicional. Tenho por objetivo que este trabalho possa ser algo que mostre às pessoas para que elas se sintam felizes e, além disso, que percebam que o corpo de cada mulher é único e bonito à sua maneira.

A minha motivação para realizar este trabalho foi um caso familiar, a minha mãe, que sofre muito acerca disso, e eu quero mostrar que ela, tal como outra mulher qualquer, podem ser bonitas mesmo tendo marcas no corpo, sendo mais magras ou mais gordas, de outras nacionalidades ou até com defeitos.

 



Técnicas usadas: técnicas mistas;

Suporte usado: folha de aquarelas e tintas;


Nesta pintura pretendo mostrar uma menina de outra cultura que não pode usar roupas que mostram muito a pele pois isso não é aceite em alguns locais.





Técnicas usadas: técnicas mistas;

Suporte usado: folha de aquarelas e tintas;

No seguinte trabalho mostro uma mulher de pele escura que está confortável consigo mesma e mostra que aceita como ela própria. Não é por ser de outra cor de pele que é menos que os outros.




Técnicas usadas: técnicas mistas;

Suporte usado: folha de aquarelas e tintas;

Nesta pintura estou a mostrar as imperfeições humanas que muitas mulheres podem ter e não são aceites... Muitas vezes são maltratadas por causa de algo natural e que pode ter a sua beleza.



Técnicas usadas: técnicas mistas;

Suporte usado: folha de aquarelas e tintas;
Neste trabalho está a mostrar as manchas que muitas mulheres ganham na pele de forma natural ou por acidente.
Também mostro que as mulheres também podem ter pelos, pois é algo humano e devia ser mais aceite pela sociedade atual.



Técnicas usadas: técnicas mistas;

Suporte usado: folha de aquarelas e tintas;

Esta cara mostra as várias medidas que são impostas em nós pela sociedade. Ninguém devia ter o direito de nos rebaixa pelas nossas imperfeições, afinal é isso que nos torna bonitos e únicos.

Por fim, tal como as minhas obras não são perfeitas, o corpo humano também não é, mas devemos amar quem somos e o que fazemos."

Alícia Francisca, 12.ºF



Trabalho Livre do Ângelo Coelho


"O Deus da Guerra''

 

"Neste trabalho livre, realizado no âmbito da disciplina de Desenho A, pedido pela professora Ana Cristina Magalhães, representei uma personagem que me é nostálgica, Kratos, a personagem principal da franquia ''God of War''. Para a concretização desta obra, usei Lápis de Grafite, Lápis de Cor, Aguarelas e Acrílicos sobre folha A3.

Kratos foi um respeitado guerreiro e general espartano, filho de Zeus (Deus do Olimpo), e de uma mortal, Callisto. Ainda jovem, construiu uma família com uma mulher chamada Lysandra, e tiveram uma filha, Caliope, procurando uma vida melhor. Certo dia, Kratos partiu para uma guerra contra um povo bárbaro e, perante a sua eminente morte em campo de batalha, faz uma oração ao deus da guerra, Ares, prometendo assim a sua alma em troca da vitória. Após alguns trabalhos mandados por Ares, o mesmo testou a lealdade de Kratos, levando a sua família para uma aldeia que estava sobre ataque do exército espartano, fazendo Kratos matar a sua família. A partir desse dia, Kratos jurou vingança a Ares, sendo amaldiçoado pelos deuses a carregar as cinzas de sua família e o sangue de todos os inocentes que matara, daí a sua pele branca e as suas tatuagens vermelhas. Tempos depois, Kratos consegue a sua vingança, finalmente conseguindo matar Ares após obter um poder capaz de matar um deus e que liberta todo o mal do mundo ( A caixa de Pandora), ocupando o seu cargo de deus da guerra. Após vários anos de tortura psicológica, traumatizado pela morte da sua família, tendo pesadelos recorrentes sobre esse acontecimento, Kratos pede ajuda aos deuses para esquecer esses traumas. Assim, os deuses propõem-lhe trabalhos para o poderem ajudar. Com medo da sua força, os deuses traíram Kratos, tirando-lhe todos os seus poderes e o matando em sequência. Este desenho representa o momento exato após o resurgimento de Kratos, mostrando toda a sua raiva e desejo de vingança. O contraste de cores quentes com o fundo faz com que este trabalho destaque ainda mais o estado de espírito do atual Deus da Guerra.

Concluindo, esta obra representa a minha evolução desde que entrei no curso das Artes Visuais e o sentimento de nostalgia que tenho por esta fabulosa franquia de jogos que se baseia na mitologia grega."

As quatro fases do trabalho

Ângelo Coelho, 12.ºF