quinta-feira, 29 de abril de 2021

 

F L I P B O O K   -   9º B


Trabalhos realizados pelos alunos da turma 9º B na disciplina de Espaço Artes e compilados em vídeo.






domingo, 25 de abril de 2021

 

A MINHA JANELA PARA O MUNDO - 9ºB


O tema deste trabalho "A Minha Janela Para o Mundo", pretendeu ser uma reflexão sobre o tempo que cada um passou em casa, em confinamento, por causa da Covid19.

Os alunos pensaram em tudo o que sentiram e viveram durante este tempo e, de uma forma criativa e artística, transportaram para o trabalho as alegrias, tristezas, medos e incertezas.

Foi usada a técnica da Assemblage que depois se apresentou em vídeo demonstrando as várias etapas da sua concretização.

O trabalho foi realizado no primeiro confinamento (2020) mantendo toda a atualidade.

Para visualizar os vídeos, clique em cada imagem.


Catarina Cordeiro



Catarina Faria



Gonçalo Peixoto



Inês Reis



Joana Oliveira



João Caló



Luana Tristão



Madalena Morais



Mariana Alves



Pedro Rentes



Sara Faustino



Abril


25 de Abril
Sophia de Mello Breyner Andresen

Esta é a madrugada que eu esperava

O dia inicial inteiro e limpo

Onde emergimos da noite do silêncio

E livres habitamos a substância do tempo

quarta-feira, 14 de abril de 2021

Natureza Morta, 12.ºF


 

Trabalho Livre da Daniela Dias


Daniela Dias, Libertação, 2021, 70x50cm
Guaches e caneta permanente sobre tela 


"Nesta memória descritiva vão ser relatados todos os passos dados para a concretização do projeto do trabalho livre, ou seja, um trabalho ao gosto do aluno. Para o segundo período decidi que o meu trabalho se ia intitular de “Libertação”.
Este trabalho começou pela realização de algumas pesquisas, para ter ideias. Após algum tempo comecei a elaborar um esboço numa folha baseado numa imagem que tinha visto, com algumas alterações. De seguida, passei para para a tela com dimensões de 50cm por 70cm e colori a tela toda com guache cor de rosa. Após a secagem da mesma, comecei a desenhar o rosto, as borboletas e os restantes elementos com lápis de grafite 8b e posteriormente passei com caneta preta permanente. Utilizei guaches verde água e azul para pintar as borboletas e finalizei o meu trabalho com a frase “I believe I can fly. I believe I can touch the sky”.
Este trabalho tem o intuito de mostrar que, ao longo da vida, passamos por muitas transformações que por vezes são dolorosas, o que é possível observar no rosto da mulher. Mas, atrás dessas transformações vem a libertação que, de certa forma, é representada pelas borboletas – animais que voam livremente. Decidi colocar a frase porque acaba por completar a mensagem do meu trabalho."

Daniela Dias, 11.ºE

Trabalho Livre da Beatriz Pereira


The Way I See Things


"Nesta memória descritiva vão ser relatados todos os passos dados para a concretização do Trabalho Livre do 2ºperíodo do 11ºano. O suporte é uma folha A4 e recorri a uma técnica mista de esferográfica preta, aguarelas de várias cores, marcador preto, azul, cinzento e uma caneta de gel branca.




The Way I See Things é uma música da autoria de Lil Peep (figura 1). O único artista musical de quem me considero verdadeiramente fã e que escolhi homenagear neste trabalho. Assim, decidi também continuar a desenvolver a minha técnica de desenho do rosto humano.

 
Primeiramente, desenvolvi um esboço do projeto (figura 2). Para além do rosto queria adicionar outros elementos ao desenho, dessa forma acrescentei à folha um coelho no estilo Kawaii, uma personagem minha já criada anteriormente e que considero uma “assinatura”, e partes da letra da música acima referida (“Walkin` home alone, I see faces in the rain”. “I don´t feel much pain”, “It´s just the way I be / It´s just the way I see things”). Incluí também uma espécie de auréola de anjo na figura humana pois o músico faleceu em 2017.



De seguida passei o desenho para uma segunda folha, apropriada para o trabalho em aguarela, pois era um dos materiais que pretendia usar. Usei apenas uma esferográfica preta para o rosto (figura 3) mas, como o meu objetivo era criar um trabalho colorido, recorri a aguarelas e a marcadores para dar mais “vida”. Assim, usei estes materiais no fundo e também por cima da esferográfica. Desenhei alguns brilhos, traços e salpiquei algumas gotas de aguarela pela folha. Por fim, obtive o resultado final do trabalho e procedi à sua digitalização.

Para concluir, estou satisfeita com o meu trabalho pois diverti-me a fazê-lo e pude aprimorar a minha técnica com esferográfica e aguarelas. Além disso, penso que conclui bem o meu objetivo de homenagear o rapper."
Beatriz Pereira, 11.ºE

 

Trabalho Livre da Sílvia Silva

Sílvia Silva, Lily, 2021, 21x29,7cm, papel de aguarela
Caneta de ponta fina, lápis de cor, pastel/óleo, guache 


"Nesta memória descritiva vão ser relatados todos os passos dados para a realização do projeto do trabalho livre. A partir da proposta da professora, de elaborar um trabalho de um desenho à nossa escolha, com a(s) técnica(s) à nossa escolha, tive a ideia de fazer um desenho de uma personagem minha chamada Lily.



Comecei a elaboração do meu trabalho numa folha de papel de aguarela A4 e fiz um enquadramento de 2 cm e decidi fazer uns quadrados. De seguida, desenhei a Lily, contornei o desenho com uma caneta de ponta fina preta e com lápis de cor, comecei a colorir. Depois fiz um fundo inspirado na imagem que aparece quando a televisão fica sem sinal e também escrevi, com a caneta de ponta fina preta, a letra da música “A Sort Of Homecoming”, do álbum “The Unforgettable Fire”, dos U2, que é uma das minhas músicas favoritas e que me faz sentir mais calma e feliz. Depois fiz um contorno em volta dela com uma caneta branca, com pastel de óleo colori a preto e branco os quadrados e escrevi o nome dela com a caneta de ponta fina preta.
Decidi fazer este desenho porque quis experimentar voltar a desenhar personagens criadas por mim. Quando era criança, adorava inventar personagens que eram baseadas em algum desenho animado/filme que gostava de ver ou eram baseadas em certos gostos e também em certas características minhas. Desenhava-as muitas vezes no computador ou num caderno que não tinha usado muito na escola e então aproveitava-o. Esses desenhos tinham sempre contexto porque inventava as histórias e tentava desenhar. O ano passado decidi criar uma personagem que tivesse algumas características psicológicas minhas e talvez fazê-la com um estilo específico, o que acabou por não acontecer muito bem, e assim nasceu a Lily. Atualmente, ainda só criei esta e mais uma personagem e, ao decidir voltar a fazer isto, trouxe para mim uma grande nostalgia, por ter saudades..."

Sílvia Silva 11.º E

Trabalho Livre da Cátia Matos


 

"O meu trabalho é representado por duas caras, mostrando o lado bom e mau de uma pessoa.
De um lado temos um rosto sereno com cores quentes, mostrando a paixão e o amor de uma pessoa, o seu lado sereno, o que demonstramos inicialmente aos outros.

Do outro lado temos cores mais frias, com rosto rancoroso, demonstra o nosso lado negativo de medos, rancores e mágoas.

Com este trabalho quis representar que temos qualidades e defeitos que devemos conseguir equilibrar, pois podemos sentir coisas boas e más.

Os materiais que eu utilizei foram lápis de grafite, caneta de ponta fina preta, e pastel de óleo."

Cátia Matos 11.ºE

Trabalho Livre da Sara Costa


"Nesta memória descritiva serão relatados todos os passos dados para a concretização do projeto do trabalho livre, ou seja, ao gosto do aluno.
Este trabalho está relacionado com os estereotípicos impostos às mulheres pela sociedade, uma vez que a entrega deste trabalho tinha a sua data aproximada ao Dia Mundial da Mulher (8 de março).
Iniciei com algumas pesquisas sobre diferentes tipos de corpos. De seguida fiz cerca de dois esboços, os quais não gostei. Então dividi a folha A4 em quatro e em cada retângulo desenhei corpos femininos diferentes. Por fim, pintei o meu trabalho com tintas acrílicas e contornei-o com caneta de filtro preta.



No primeiro retângulo está representada uma doença de pele chamada vitiligo, assim como a magreza e a ausência de curvas do corpo feminino; no segundo uma mulher negra com peso elevado (segundo os ideais da sociedade); no terceiro temos as estrias; e por último os pelos axilares, que são bastante reprimidos.
Para concluir, este trabalho representa apenas alguns dos aspetos naturais repreendidos nos corpos das mulheres, todos os dias, pela nossa sociedade."
Sara Costa, 11.ºE