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sexta-feira, 6 de janeiro de 2023

Trabalhos Livres dos alunos do 10.ºE, no 1.º período


Zahira Rosa

    "Este trabalho não teve nenhuma inspiração de algum autor ou obra, foi totalmente imaginado por mim A técnica mista usada, lápis de cor e tinta da china, estão presentes no trabalho com registo de mancha e traço sobre um suporte de papel de aguarela. 
    Comecei por idealizar o que ia fazer, fiz o rascunho numa folha, testei a tinta da china com a mancha e o traço. Para fazer o fundo tive que usar água para diluir um pouco a tinta para não ficar muito forte. O trabalho apresenta um fundo escuro feito com o recurso da mancha (tinta da china) e simboliza a escuridão com vários desastres no papel como manchas de tinta. No centro apresenta uma porta de metal, e “dentro” dessa porta apresenta uma paisagem dividida por cores quentes e frias. No centro dessas cores existe uma árvore que significa a vida, por detrás daquela escuridão. No trabalho estão também representadas pessoas a divertirem-se, mas uma delas está sozinha, embora não totalmente pois existem pessoas à sua volta, como se essa pessoa calada na solidão soubesse o que estava a acontecer e não conseguisse expressar. Isto passa-se no lado das cores frias. Já no lado das cores quentes, aparece uma cidade. Na porta tem algo venenoso a tentar invadir esse pequeno buraco colorido com vida. 
    Para mim o trabalho significa que onde há escuridão poderá haver uma luz ou felicidade, já que a esperança é a última que morre. O significado não está totalmente explícito mas é o que significa sendo interpretado de várias formas como miséria e solidão."
Zahira Rosa



Ana Sofia Silva, “Fantasia”, técnica mista, 21x29cm


    "Com este desenho quis demonstrar como os livros têm o poder de nos transportar para outros mundos. 
    Ao retratar um “cenário” na capa do livro, quis representar o poder que um bom livro tem de nos fazer escapar da realidade, nem que seja apenas por um momento, principalmente os livros de fantasia e ficção que contam histórias do inimaginável, seres fantásticos como sereias ou fantasmas, lutas épicas, histórias de princesas, poderes mágicos e muito mais.
Este desenho foi feito numa folha de papel cavalinho, tamanho A4, utilizando lápis de cor e caneta de bico fino preta. Com estes materiais, tencionava transmitir ao espectado, um outro mundo, completamente diferente da realidade e que é proporcionado pelo livro de fantasia onde este se encontra, deixando-nos perdidos nos seus encantos. 
    Para a realização deste desenho tive como inspiração o mapa do livro "O Príncipe Cruel” de Holly Black. Espero com isto incentivar-vos a escapar à realidade e a absorver o mundo fantástico que pode ser descoberto nas páginas de um livro."
Ana Sofia Silva



Ana Luísa Felizardo
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    "A ideia onde teve origem este trabalho desenvolveu-se ao longo do tempo com várias mudanças até uma decisão concreta. 
    Após pensar na pose da figura humana, comecei a desenhar diretamente no suporte, uma folha de papel para aguarela. Ao iniciar o processo de pintar utilizei os meios aquosos aguarela e guache. Este processo passou por variadas fases e erros que requerem paciência para consertar, algo que, para mim, tornou o processo interessante. Como um todo apenas pelo facto de que alguns dos erros foram transformados em detalhes que, de outra forma, não teria considerado antes. A grande rosa morta num vaso apareceu mais tarde, quando comecei a pintar. De maneira muito subtil, tinha a intenção de representar através da figura humana e da rosa a sensação específica de não estar presente emocionalmente, ora consigo mesmo, ora com o exterior. A indiferença da figura humana em relação à rosa que se decompõe lentamente sobre e à volta da mesma, que pode ser interpretada como um colapso em algum aspeto da sua vida ou até mesmo no seu interior é, de maneira muito simplificada, uma metáfora da tal sensação. Desejava fazê-lo subtilmente para que o resultado final não fosse excessivamente complicado e sobrecarregado com detalhes desnecessários pois, muitas vezes, isto é responsável por retirar a experiência do espectador de formar a sua própria interpretação. Foi o que me motivou a manter a simplicidade.
    Para finalizar, gostaria de dizer que este trabalho não está executado como gostaria. No entanto, a sua realização foi uma experiência agradável e interessante e espero poder fazer este mesmo comentário em futuros trabalhos."
Ana Luísa Felizardo



Vitória Ferreira, Identidade Desconhecida“, técnica mista s/ papel, 29x21cm


    "Para a realização deste trabalho utilizei como suporte uma folha A4 de papel cavalinho. E como materiais usei: lápis de cor, tinta da china, lápis de grafite HB, B, 2B, caneta de ponta fina 0.2, 0.4, 0.8 e esferográfica vermelha.
    O objetivo do trabalho era fazer a representação de como uma crise de identidade pode afetar uma pessoa, tal como essa pode sentir-se perdido no seu próprio corpo, sem saber quem é, querendo essa resposta mas não a conseguindo encontrar e o quão dececionante e depressivo pode ser estar nessa situação. Sei como é ter um episódio de crise de identidade pois já tive um. Na altura não sabia o que era mas, com a ajuda de amigos, consegui e foi por isso que quis fazer este assunto como o objetivo do trabalho.
O desenho em si é uma pessoa sem cara, com um grande ponto de interrogação no meio em vermelho e uma espiral, rodeada de duas perguntas em inglês (“Who Are You?” e “ Who Am I?”) em vermelho. O fundo são linhas simples desenhadas à mão com uma espaçamento de 5mm.
    O tempo que me demorou a finalizar este desenho foi de dois dias. No primeiro dia comecei a fazer a base do desenho a lápis de grafite, tal como a passar a pessoa a tinta da china, e desenhei de lápis de cor e esferográfica vermelha o ponto de interrogação tal como as letras. No segundo dia estive a fazer o fundo com as canetas de ponta fina e a dar os detalhes finais."

Vitória Ferreira



Francisco Almeida




Beatriz Melo




Ana Isabel Coelho


    "Neste 1.º período deste ano letivo a turma teve um trabalho livre no qual podíamos desenhar o que quiséssemos, com o objetivo de retratar as nossas competências em desenho e mostrar o que nós aprendemos ao longo deste período: podíamos escolher o tema, a técnica e o formato.
    Neste trabalho decidi inspirar-me num corpo humano feminino, por que admiro muito os desenhos de corpos humanos, especialmente de corpos femininos. Enquanto fazia este trabalho estudei e usei as técnicas da linha, da mancha e pratiquei as diferentes durezas dos lápis de grafite. Usei como materiais 1 folha de papel cavalinho A4, diferentes lápis de grafite, borracha e esfuminho.
    Origem e inspiração: https://www.pinterest.pt/pin/964544445170154240/"
Ana Isabel Coelho




Lara Marques


    "Tirei inspiração deste trabalho de uma pessoa que admiro muito e que acompanho há relativamente pouco tempo, da rede social Instagram. A obra não tem título, e encontra-se na página da artista (https://www.gegajdominik.com/) australiana Dominik. Vi um vídeo em direto que a mesma fez sobre o seu próprio trabalho, a explicar as técnicas pelas quais optou, materiais que usou, pincéis que gostou mais de trabalhar e no que se inspirou. A mesma diz que as obras devem passar um sentimento de confusão. 
    A técnica utilizada por mim foi a tinta da china, já que é o mais próximo do material que a Dominik usa em todas as suas obras, a aguarela. Optei por usar o papel próprio para a aguarela, por ser o mais adequado para tal material, já que tem uma gramagem mais alta. Usei um secador de cabelo para obter um resultado mais rápido entre camadas. A minha obra representa alguém sem as suas faces. Todos nós temos diferentes faces que mostramos a diferentes pessoas, grupos, amigos, etc... Mas se as esquecermos todas, quem somos nós? Será que somos baseados nelas? Será que essas facetas são um espelho do nosso interior? São essas as questões que quero que façam quando observem o meu trabalho. Não há resposta certa nem errada. Apenas especulações do que pode ou não ser. Mas baseia-se originalmente numa pessoa vazia, sem emoções."
Lara Marques




Liliana Mota


    "Realizei este trabalho no âmbito da disciplina de Desenho A, lecionada pela professora Ana Cristina Magalhães, em novembro de 2022, em Águas Santas.
    A minha inspiração para a realização deste trabalho foi uma fotografia da minha melhor amiga, na baixa do Porto. Depois de decidir que queria homenagear a minha amiga com este trabalho, tentei encontrar outros elementos que associo a ela e que são significativos na nossa amizade. Finalmente defini esses elementos, que são a tinta acrílica, técnica usada no trabalho, o baralho de cartas, conceito sobre o qual circula o trabalho e a cor azul do fundo, uma vez que é a sua cor favorita. O suporte selecionado foi cartão, porque considerei que era uma oportunidade para dar uma finalidade ao cartão que tinha em casa para reciclar. Em seguida incorporei a imagem na carta, de forma que a minha amiga fosse a representação da rainha, (Q). Como queria simbolizar ainda mais a nossa cumplicidade, escolhi o naipe de copas, visto que o seu símbolo é um coração.
    Com relação à realização do trabalho em si, comecei por medir o suporte em cartão e calcular uma escala com uma carta de tamanho médio. Depois disso, medi todas as partes da carta e calculei o seu tamanho ampliado para o tamanho do cartão. Fiz as marcações e alterações necessárias para que ficasse esteticamente mais agradável. Passando para a fase da pintura, comecei por fazer a cor para o fundo, e após pintar este, misturei as outras cores e pintei por cima do simples esboço que fiz. Considero que podia ter trabalho a técnica de forma melhor, tive algumas dificuldades com as proporções. Dado como concluída a pintura, dei alguns retoques nas cores e cortei o cartão.
    Em suma, gosto imenso do conceito do meu trabalho mas acredito que o podia ter realizado de forma melhor."
Liliana Mota


 
Bruna Lima


    "Decidi desenhar e falar acerca do bullying pois, além de já ter passado por essa experiência, é algo que deve ser falado porque, além de ser um grande problema, pode causar grandes prejuízos à formação cognitiva dos jovens. A infância e a adolescência são fases em que é essencial serem respeitadas. O bullying é um ato cruel, sendo bastante praticado com frequência na escola. Considero que deve ter consequências severas para que o praticante possa aprender a lição, para dar e receber o respeito o que é de direito do cidadão. Devemos de nos consciencializar de que ninguém é perfeito e que somos totalmente diferentes uns dos outros e devemos saber respeitar aqueles que nos rodeiam. Na minha opinião o bullying é um assunto muito sério, e da responsabilidade de todos: do que sofre, do que agride e do que silencia. Não sei se consegui superar o facto de ter sofrido bullying tanto verbal como físico mas, ao ter passado por essa experiência, percebi que não devemos ficar diferentes ou fazer algo que não gostamos para conseguirmos sermos aceites. Hoje em dia não busco ser igual a alguém, mas sim tentar entender realmente quem eu sou, quais são as minhas qualidades e os meus defeitos, e percebi também que todas as pessoas, sem exceção, têm as suas virtudes. Aprendi também que é importante na vida saber respeitar as diferenças de todos e jamais esquecer que todos temos valor e que não precisamos provar nada a ninguém. Acho que a partir do momento em que nos sentimos bem connosco mesmos, somos fortes o suficiente para lidar com o comportamento dos outros em relação a nós seja ele de aprovação ou rejeição."

Bruna Lima




Clara Oliveira

    "Para realizar este trabalho fui ao google procurar imagens e inspirei-me por uma imagem que vi. Fiz este desenho, porque o meu sonho é ser jogadora de futebol e o Neymar é uma das minhas maiores inspirações. Então decidi pintá-lo com o seu equipamento da seleção porque achei mais interessante devido ao facto de a seleção significar mais em termos de representar o nosso país e estarmos em tempo de copa do mundo. A técnica usada e materiais usados foi a tinta da china e lápis de cor sobre papel com gramagem alta."

Clara Oliveira





Afonso Barbosa, O Que Vem a Seguir?

Este trabalho livre não é inspirado em nenhuma obra que já exista ,é uma ideia original minha. O trabalho foi feito sobre papel cavalinho A4 com tinta da china e lápis de cor.

O trabalho têm três elementos, que têm significados que acrescentam valor sentimental : 

``auréola ``

A auréola que fiz tem como significado esperança, porque a árvore cresce para a luz, o que demonstra que a esperança é muitas vezes o que nos dá motivos para continuar.  

 árvore 

a árvore retratada no desenho representa os sentimentos que oscilam para as pessoas terem a esperança que tanto almejam.      

“pedras” 

as pedras do trabalho estão empilhadas desproposito para darem o efeito que iram cair sobre a árvore partindo-a  ou dificultarem as raízes de crescer.  

Afonso Barbosa



Inês Santos





Catarina Medeiros, The Problems of a Teen, lápis de cor, marcadores e esferográficas, 29x21cm

    "Nesta Memória descritiva vão ser relatados todos os passos dados para a realização do projeto de trabalho livre do 1.º período. Nomeei este trabalho de ‘‘The problems of a teen’’ (Os problemas de um(a) adolescente) que fala acerca de um tema que é tão estudado por especialistas e pessoas interessadas no assunto e ao mesmo tempo é ignorado por pessoas que podem ou não ser-nos muito próximos (exemplo: familiares). O trabalho livre baseia-se essencialmente nos sentimentos, dúvidas e desconfortos que um adolescente pode vir ou não a ter.

    Para a realização deste projeto comecei por fazer o esboço a lápis de grafite HB do personagem que está no primeiro plano de visão. Após fazer os esboços necessários, comecei a fazer a lápis de grafite os detalhes da personagem. Para a realização da identificação desta personagem resolvi fazer algo parecido com a minha imagem tendo utilizado roupas minhas e um cabelo parecido com o meu. Pode-se reparar que esta personagem possui uma certa máscara, que é uma referência à música ‘‘Happy Face’’ de Jagwar Twin, que senti que iria combinar perfeitamente com o tema e iria, digámos, aperfeiçoá-lo.

    O trabalho em si fala não só de problemas mas também de algo que nos deixe bem e a essa mínima parte do trabalho chamei-lhe de bolha, esta bolha é aquela onde nos sentimos seguros, ou seja, é aquele refúgio onde nos sentimos calmos e serenos. Na personagem pode-se reparar uma espécie de sombra que simboliza todos os medos da personagem que se apodera aos poucos da personagem afastando cada vez mais as nossas bolhas.

Neste trabalho utilizei 1 marcador de lettering vermelho para as letras, marcadores preto tanto de ponta fina como grossa para palavras e contornos, lápis de cor para a personagem e as bolhas e esferográficas preto, azul e vermelho para o conjunto de medos da personagem em papel cavalinho A4.

    Para a realização deste trabalho inspirei-me na música ‘‘Happy Face’’ de Jagwar Twin, na capa do livro ‘’ Não é Loucura, é Ansiedade’’ de Sophie seromenho, da 4.ª edição e de certa maneira em mim mesma."                      

Catarina Medeiros



 

Beatriz Moreira


    "Nesta memória descritiva vão estar presentes as técnicas e materiais utilizados na construção do trabalho livre do primeiro período do décimo ano. Este trabalho foi realizado num suporte de papel cavalinho A4 com lápis HB, caneta preta de ponta fina e lápis de cor da marca “Winsor & Newton”.
    Depois de várias pesquisas para o meu primeiro desenho, decidi fazer algo que me caracterize, que mostre algumas das coisas que gosto, Estas estão presentes nos quadros apresentados, que representam dois livros específicos - It, escrito por Stephen King e One of us is lying escrito por Karen McManus, e que mais tarde foram convertidos num filme e numa série.  Retratam também o meu gosto pela música, pelo cinema e as pessoas amadas, como a minha família e os amigos. Optei por utilizar vários tons de verde, entre eles os lápis “olive green”, “lush green” e “grass” para o caminho em direção à porta, fazendo, assim, lembrar um ambiente mais ligado à natureza, como por exemplo a relva. A minha ideia inicial era fazer como se a porta desse acesso a uma sala criada por mim, então, teria que me sentir segura dentro dela, por esse motivo utilizei lápis de tons avermelhados e optei pelas cores “red” e ”carmine”, já que dizem que as portas vermelhas representam, no geral, a proteção e a boa sorte.
    Este trabalho é uma forma de eu expressar os meus gostos e sentimentos, espero que todos vós tenham uma porta e muitos quadros nas vossas vidas "
Beatriz Moreira







Santiago Dias

terça-feira, 6 de julho de 2021

Trabalhos Livres dos Alunos do11.ºE

 

Joana Madureira, Morbid: Realistic Analysis


"Nesta memória descritiva vão ser relatados todos os passos dados para a concretização do trabalho livre, “Morbid: Realistic Analysis”, do terceiro período do 11.º ano. O esboço inicial e simplificado foi realizado numa folha de papel A4, com a utilização de marcador cor de rosa. A escolha do material não teve nenhuma razão em particular, apenas era o que estava mais de fácil acesso para um registo rápido da ideia primária. O esboço não contém elementos que já teriam sido planeados para a composição final.
Em seguida, o esboço foi transportado para papel vegetal onde adicionei alguns dos elementos restantes da composição já “mentalmente visualizada” e estudada. Escolhi transportar para papel vegetal porque  não conseguia ver claramente certos detalhes no esboço anterior, por outras palavras, serviu para passar a limpo.
O próximo passo foi passar para o suporte final que seria uma tela de 50x70cm. O registo base foi realizado a lápis grafite e algumas linhas a marcador preto. Desta vez, como seria o preparo para o produto final, tinha de ter a certeza que adicionava todos os elementos da composição que tinha pensado inicialmente e de igualmente fazer com que todos os elementos fizessem “parte da tela” e não aparentassem ser “postos aleatoriamente”.  
A fase seguinte foi quando comecei a pintar. Utilizei uma técnica mista de marcador, guache, tinta acrílica, tinta acrílica para tecido e tinta de óleo. Necessitei de usar os dedos e pincéis apenas molhados com água para espalhar a tinta de maneira mais suave em alguns momentos. Contrastes de cor e sobreposições foram utilizados. Neste trabalho a cor foi utilizada como emoção e como um recurso irónico de sensações. 
Este trabalho foi concretizado ao longo de aproximadamente dois meses e foi uma experiência que  apreciei bastante. Considero um dos meus melhores e mais elaborados trabalhos até à data. Genuinamente gostei de o realizar, achei interessante esquematizar toda a sua temática como uma história através de cores, estilos, linhas, etc... O seu significado, interpretação ou intuito é algo que tenciono que parta de cada um e não que eu mesma explicite. Dei o título de “Morbid: Realistic Analysis” que traduzido seria “Mórbido: Análise Realista.”






Sílvia Silva, Dream, 2021
Caneta de ponta fina preta, lápis de cor, aguarela, caneta branca, papel de aguarela, 29,7x42cm


"Nesta memória descritiva vão ser relatados todos os passos dados para a realização do projeto do trabalho livre. A partir da proposta da professora de elaborar um trabalho de um desenho à nossa escolha, com a(s) técnica(s) à nossa escolha, ´´tive a ideia de fazer um desenho baseado num sonho que tive no início deste ano, 2021.
Comecei a elaboração do meu trabalho numa folha de papel de aguarela A4 e fiz duas linhas a dividir em 3 espaços de tamanhos diferentes a folha. No primeiro espaço, desenhei foquei-me na parte dos olhos de uma das pessoas que apareceu no sonho. Na segunda parte, desenhei uma garrafa de ice tea com água e no lado esquerdo da garrafa escrevi “Afinal, é uma garrafa de ice tea com água” e no lado direito escrevi “Água disfarçada de ice tea”. No terceiro espaço desenhei um baralho de cartas no meio de uma mesa e 4 cartas em 2 lados da mesa e tanto o baralho como as cartas eram diferentes no sonho, em tamanho e formato. De seguida, contornei o desenho com uma caneta de ponta fina preta e comecei a colorir todas as partes. Decidi usar um lápis de cor, uma caneta branca para fazer dois pormenores nos olhos da pessoa e na garrafa, pintei com aguarela o fundo e a mesa e escrevi a parte de texto do segundo espaço com a caneta de ponta fina preta.
Decidi fazer este desenho porque quis experimentar fazer um tema diferente. Não costumo desenhar muito os meus sonhos porque muitas vezes não me lembro deles ou não são muito interessantes. Já este sonho, além de o achar interessante, também o achei um pouco estranho, muito real, específico demais e tinha três amigos meus envolvidos. Cada parte do desenho corresponde, obviamente, a uma cena do meu sonho. O primeiro espaço corresponde ao início do sonho, onde estava num concerto e parecia que estava em 2018. Nesse concerto, olhei para um dos membros da banda que estava lá e foquei-me muito nos olhos dele e também nos seus óculos. Já o segundo espaço corresponde a uma cena em que queria um ice tea de limão e afinal o que tinha era uma garrafa de ice tea com água e disse para a minha amiga, que estava comigo: “Água disfarçada de ice tea”. Por fim, o último espaço corresponde ao final do sonho, onde estou eu e a minha amiga a ver dois amigos a jogar às cartas e essa cena específica faz com que pense que talvez essa cena se passa em 2019, mas sentia que ainda estava em 2018. Como já tinha referido, também achei esse sonho um pouco estranho, o que fez com que  acordasse a meio da noite e ao tentar dormir, tinha outra vez esse sonho e foi difícil para mim continuar a dormir."





Érica Lopes, Shibari, 2021
aguarela, acrílico, guaches, tinta-da-china e caneta de ponta fina s/papel aguarela A3


"No trabalho livre inspirei-me em fotos que vi na página do meu Instragram. Shibari ou Japonese Bondage ou originalmente chamada de Kinbaku literalmente significa “a beleza da ligação firme”. Shibari é uma técnica japonesa que envolve amarrar uma pessoa usando padrões, geralmente com vários pedaços de corda. Foi utilizada principalmente para atividades sexuais mas mais tarde tornou-se uma forma de arte corporal. 
Como disse no começo, este trabalho foi inspirado em imagens de pessoas que praticam esta técnica, mas na maioria eram mulheres, era muito raro ver um homem a fazer esta técnica, e como tenho melhor facilidade com anatomia de homens, decidi fazer um homem. Comecei por desenhar o homem no lugar onde queria, no caso desenhei-o no meio e de cabeça para baixo. Após isso, iniciei por pintar o fundo com verde-escuro, e só depois passei para as cores do corpo. Na parte do corpo usei preto e branco para depois dar um maior destaque às cordas. Este trabalho, em geral, foi uma experiência minha com o “realismo”.
Estava a ter bastante dificuldade para fazer a parte do peito, pois estava a achar que as cores não estavam a sair da maneira como queria, não havia contraste do branco, cinza e preto, e isso estava a deixar-me irritada, mas no final consegui o que queria e saiu melhor do que esperava.  
Depois de terminar a parte do corpo, passei para a parte das cordas e do cabelo, já que eram partes com cores mais sólidas. Como tinha dito no início, ia usar uma cor para contrastar com o preto e o branco do corpo, daí o vermelho, pois queria uma cor que se assemelhasse a sangue, por isso fiz uma mistura de vermelho, preto e castanho. Ao terminar de pintar as cordas, passei para o cabelo, que era simplesmente pintar de preto. 
No final da pintura, acabei por fazer salpicos e escorrimentos de tinta em algumas partes do fundo, pois não estava a gostar da cor verde simplesmente, a cor usada nos salpicos e nos escorrimentos foi a mesma das cordas. Ainda na parte dos escorrimentos, acrescentei uma cor mais escura no meio, no caso só acrescentei um bocado de preto à tinta vermelha e misturei até chegar ao que queria. 
Neste trabalho usei aguarelas, acrílico, guaches, tinta-da-china e caneta de ponta fina, e foi tudo trabalhado numa folha de aguarela A3.
Gostei bastante de fazer esta pintura, embora no início  não tivesse muitas expectativas, mas no final fiquei bastante feliz com o resultado." 




Joana Alves





Sara Costa, Skin and Bones


"Nesta memória descritiva serão relatados todos os passos dados para a concretização do projeto do trabalho livre, ou seja, ao gosto do aluno.
Neste período decidi realizar um trabalho, o qual denominei de “Skin and Bones”, com o objetivo de denunciar o estereotipo de corpo ideal e as repercussões que o mesmo traz, nomeadamente na saúde.
Iniciei o projeto com um esboço de uma mulher, a qual dividi a meio, e no lado direito desenhei a outra metade, mas em forma de esqueleto. A parte referida anteriormente foi realizada a trama com caneta de ponta fina preta, enquanto na outra metade, foi utilizado lápis de cor. Por último escrevi as palavras “Skin” e “Bone” de forma repetitiva.
Os ideais do corpo perfeito podem levar a transtornos alimentares, como a que está representada neste trabalho, a anorexia nervosa. Esta doença baseia-se na distorção da imagem corporal, com medo extremo de obesidade. Cerca de 95% dos casos são jovens mulheres. (https://www.cuf.pt/saude-a-z/anorexia-nervosa)
Do lado esquerdo a mulher representa o ideal da nossa sociedade. Esta segura no telemóvel como um símbolo da pressão das redes sociais que distorcem o que é real e o que é falso, levando crianças e adolescentes a tentar alcançar uma beleza não existente. O lado direito espelha a triste realidade à qual muitos estão presos, ou seja, a busca inalcançável pela magreza, que, em alguns casos, leva à morte (preto).
Para concluir, este trabalho demonstra a realidade nos nossos dias que se torna cada vez mais real e a qual deve ser travada antes que mais inocentes pessoas sofram ou percam a vida por algo fictício."





Daniela Dias, Call me Love

"Nesta memória descritiva vão ser relatados todos os passos dados para a concretização do projeto do trabalho livre, ou seja, um trabalho ao gosto do aluno.
Para o terceiro período decidi que o meu trabalho se iria intitular de “Call me Love”. Este trabalho começou pela realização de algumas pesquisas na procura de ideias. Após reunir alguns elementos que gostaria que fizessem parte do meu trabalho passei para a folha de papel aguarela A3 onde realizei um fundo, na base de cores branca, cinza e preto, com aguarela. Após a secagem do fundo comecei a desenhar a caveira central, onde utilizei lápis grafite 6B e guache branco. Posteriormente passei a desenhar as cobras com lápis de cor e as mãos em que utilizei lápis de grafite, guache e marcador. Por fim, terminei o meu trabalho com o apontamento na mão da caveira central, “Love”, sendo uma tatuagem. Como em outros trabalhos antigos, aproveito sempre o trabalho livre para transmitir um pouco do meu sentimento e da minha realidade. Então, achei que o amor seria um bom tema para retratar. Ao representar uma caveira a “explodir” pretendi mostrar que muitas vezes o amor é algo que nos consome e que pode acabar por destruir uma pessoa. A mão com os dois dedos a entrar pela boca pode, de certa forma, representar repugnância, no caso, pelo o amor, tendo eu escolhido a tatuagem “Love” para a mão. Na parte superior da caveira decidi fazer uma macha de pintinhas vermelhas, que pode significar pensamentos e sentimentos envolvidos e a cor vermelha porque representa o amor. As duas cobras representam o perigo e a força. Terminei o meu trabalho desenhando dois esqueletos de mãos soltos que acabam por complementar o meu trabalho."




Beatriz Pereira





Trabalhos livres dos alunos do 12.º F

Na reta final do percurso, os alunos de Artes Visuais, em Desenho A, apresentam os trabalhos livres que conceberam para encerrar a participação no Blogartes.



Tiago Rodrigues, “YAA:3”, acrílico s/tela, 30x30cm


Tiago Rodrigues, “YAJCPLS♡”, acrílico s/tela, 30x30cm


Tiago Rodrigues, “The creator” ,acrílico s/tela,30x30cm

Tiago Rodrigues, “YASCH:(”, acrílico s/tela, 30x30cm

"Nesta coleção, Coleção “AAAAA-LOVEMEBACK”, de 4 quadros que, desta vez, tirando um deles, seguem um padrão. No entanto, novamente, não tiveram uma linha de pensamento ou significado específico na sua criação, pintei o que achei bonito, esperando que ficasse bonito ainda depois de pintado. Era fácil procurar por uma história ou o porquê destes quadros se eu pensasse durante uns segundos, e foi o que eu fiz, mas não quero que seja isso que pensem ao ver os quadros, porque eu não pensei isso enquanto os fiz, ao pintá-los, fiz o que pareceu certo de acordo com o meu pensamento e sentimentos daquela específica altura, de que agora já nem me consigo lembrar como eram. Impor interpretações objetivas é aborrecido, arte é o meio mais subjetivo que existe e é isso que o faz interessante, cada pessoa irá conseguir dar a cada um destes quadros e à coleção junta um significado que será melhor para ela mesma do que o que eu pensei."




Luís Ferreira, World Ends With You

"Durante este período letivo estivemos a realizar praticas de exames para o final do ano. Isto ajudou-me a melhorar algumas das minhas técnicas e queria representar isso neste trabalho. Para o ultimo trabalho do ano escolar decidi representar esta imagem https://wall.alphacoders.com/big.php?i=741519 em maior escala, e adicionar alguns efeitos à mesma. 

O trabalho foi iniciado em 15/5 e acabado em 30/5, foi realizado numa folha A3 com o auxílio de tinta da china, marcadores, lápis de cor e pastel de óleo. Decidi fazer técnica mista porque penso que é o que tenho mais dificuldade e assim também serve como um trabalho de prática."





Érica Amorim, Canibalismo

"Este trabalho foi realizado no âmbito da disciplina de desenho A. Neste trabalho é proposto fazermos algo à nossa escolha, e eu optei por pintar uma ideia que tinha já pensada. Para a realização deste trabalho utilizei tinta acrílica e papel brilhante e como suporte uma tela de 30x40 cm. 

Como último trabalho do meu percurso no secundário, tinha de ser algo especial. Demorei algum tempo para saber o que fazer, mas ultimamente tenho desenhado e gostado de ver trabalhos do corpo da mulher nu, e então decidi que seria isso que iria fazer, mas ainda faltava algo para o tornar diferente e então escolhi fazer uma mulher nua onde lhe estão a tirar os pulmões. 

Este trabalho chama-se “Canibalismo”, e a mão a arrancar os pulmões da mulher demonstra um pouco o sufoco e pressão que a sociedade aplica nas pessoas, pois muitas vezes certas pessoas, por não tomarem as decisões mais vulgares, são tratadas como diferentes e isso faz com que muitas dessas pessoas sofram de ansiedade. 

Neste trabalho quis trabalhar o corpo humano e demonstrar a minha evolução ao longo destes três anos."





Ana Beatriz Filipe, Medusa

"A história de Medusa é que ela era uma bela donzela, única mortal entre as suas irmãs górgonas. Medusa foi uma das mulheres que tomou um voto de castidade como prova de sua lealdade à Deusa Athena, que era a sua virgindade, e essas mulheres eram conhecidas como sacerdotisas de Athena. Devido a uma luta entre Poseidon e Athena, na qual saiu vitoriosa, Poseidon procura vingança. Esse, que já andava de olho em Medusa, prevê a sua vingança nela e então decide violá-la o que depois levou a rumores a dizer que a culpa era de Medusa e que ela tirou prazer disso, o que era muito pelo contrário. Porém, quando os rumores chegam a Athena, sente repugnância pelo seu tio, Poseidon, no entanto não lhe podia fazer nada por ele ser superior no Olimpo. Então vai tirar satisfações com a sacerdotisa. Enquanto Medusa faz as suas oferendas à deusa Athena responde-lhe e aí conta a sua versão da história porém se fosse outra sacerdotisa Athena teria acreditado porque ela pensava que Medusa tirava partido da sua beleza, por isso pensou que ela tivesse feito de propósito. Zangada com Medusa, transformou os seus lindos cabelos, no qual tinha imenso orgulho, em cobras e cada vez que alguém olhasse para ela transformava-se em pedra, então a partir de um certo tempo foi isolada. Porém, depois de morta por Perseu, Poseidon vai ao encontro de Athena e contou-lhe toda a verdade sobre o que fez com a sacerdotisa. Disse que a violou de propósito e por vingança. Athena sente culpa de tudo o que fez a Medusa e para a gloriar pôs a sua cabeça cortada no seu escudo.
Para mim Medusa também é vista como um símbolo de raiva feminista e também um símbolo de proteção. O material usado é tinta acrílica. O suporte é uma tela de 40x20 cm."





Maria Gonçalves

"Para a realização deste trabalho utilizei como suporte uma folha A3 de papel de aguarela. Já os materiais utilizados foram: aguarelas, caneta preta de ponta fina 02, 04, 08, BR e 3 e caneta de ponta fina branca.
Desta vez estava decidida a desenhar uma rapariga de três pontos de vista diferentes com um fundo tipo capa de revista, mas não sei o porquê mudei de ideias e decidi representar algo completamente diferente. Apesar do elemento principal não deixar de ser uma menina a “história” por detrás é completamente diferente.
O desenho representa uma jovem rapariga do povo na época medieval com uma coroa na cabeça, pois ela acabou de descobrir que afinal é uma princesa. O fundo é apenas uma casa de tijolos antiga, por isso o porquê de já estar a ganhar musgo e trepadeiras por entre as pedras. Demorei cerca de três dias para a realização deste trabalho. No primeiro dia desenhei a base do desenho a lápis de grafite utilizando várias durezas e passei tudo a caneta de ponta fina preta, já no segundo foi a hora de dar cor ao trabalho começando pela figura principal: a menina. No terceiro e último dia pintei o fundo e dei os detalhes final do desenho todo."




Mara Martins, “DevilWoman”

"Neste trabalho livre apliquei as seguintes técnicas e materiais: lápis de cor, aguarela, tinta acrílica e verniz s/papel. Este trabalho foi feito ao longo de 2 a 3 semanas, e com vários instantes de retirar e acrescentar elementos. Visto que este é mesmo o último trabalho do 12.ºano, esforcei-me especialmente na utilização de vários elementos e técnicas e apliquei aquilo que aprendi depois de três anos. 

Foi um processo longo, mas provei a mim mesma que tinha a capacidade de persistir num projeto e de não desistir de um trabalho simplesmente porque ainda não estava de acordo com aquilo que eu gostaria de apresentar. Aprendi a desprender-me da ideia de perfeição e da noção de que se um trabalho não sai bem à primeira isso significaria falhanço. Tenho orgulho naquilo que criei e não mudaria nada."





Alícia Monteiro, BOO!!

"Neste trabalho livre pintei algo que me lembra os meus pensamentos atuais, não tem nenhum propósito ou significado em si. Estão representados vários fantasmas a sair da cabeça da menina e à sua volta tem vários elementos que a completam. Este trabalho tem como objetivo cada pessoa pensar e imaginar o que quer dele. O material utilizado foi: pincéis, tintas guache e caneta de tinta preta. O suporte do meu trabalho foi uma tela média."





Inês Sousa, "?", Acrílico s/tela, 2021

"Neste último trabalho livre do secundário para a disciplina de Desenho A, como tive dificuldade em dar um nome à pintura, decidi escrever “?”. No início tinha pretendido que este trabalho fosse um conjunto de telas, mas por falta de tempo não consegui realizar a segunda, que seria a mesma rapariga em ponto de vista de escorço. A mulher neste quadro foi inspirada nas seguintes imagens:
1-https://br.pinterest.com/pin/588001295096681772/
2- https://br.pinterest.com/pin/588001295101116444/
3-https://br.pinterest.com/pin/588001295101202370/
Comecei a pintura por passar duas camadas de gesso acrílico na tela, o que ajudou muito na aplicação e na mistura do tom de pele, que foi uma das partes que mais gostei de fazer neste trabalho. Depois comecei por fazer um rascunho da imagem e de seguida pintei a pele como podemos ver na imagem do progresso. Já no fundo fiz camadas de tintas fluorescentes verde e amarelo, para dar contraste entre a figura e o fundo e também utilizei um garfo para dar uma textura diferente à pintura."




Ângelo Coelho, Injured World,  Tinta acrílica s/tela, 80x60cm, 2021


"Neste trabalho livre, realizado no âmbito da disciplina de Desenho A, pedido pela professora Ana Cristina Magalhães, representei duas realidades diferentes, nas quais eu estou presente. Para a realização desta obra, utilizei tinta acrílica sobre uma tela de 80 por 60 cm.
Começando por analisar o lado esquerdo da obra, podemos observar uma realidade completamente diferente da nossa, onde me encontro representado como um ser nunca antes visto, uma espécie de extraterrestre, com a pele verde, olhos negros e cabelo roxo e azul. Atrás do meu ''eu'' de outra realidade, podemos observar um planeta, neste caso seria o planeta Terra destruído, o líquido roxo que o cobre representa os vícios dos seres humanos, ou seja, num futuro distante a Terra será eventualmente destruída, sendo o ser humano a principal causa. Podemos observar também um número, o 999, que representa a capacidade de tornar tudo o que é negativo em positivo. Já no lado direito da obra, observamos o meu ''eu'' atual, representado de forma diferente, com o rosto cozido com vários tons de pele, isso simboliza a união que deveria haver para acabar com um dos maiores problemas da nossa existência, o racismo. O fundo é constituído por um planeta Terra, neste caso o nosso planeta atual, e estão presentes também algumas simbologias: ''Legends Never Die'', que significa ''Lendas Nunca Morrem'' em inglês, é uma frase que me ficou na cabeça, principalmente por causa de um artista que gosto e ouço muito, chamado Juice WRLD, que, depois de morrer, foi lançado um álbum com músicas dele, gravadas no mesmo ano da sua morte, chamado ''Legends Never Die'', daí a homenagem na obra; o AC no peito da personagem são as iniciais do meu nome, Ângelo Coelho; os dois números em numeração romana, são o ano em que nasci, ( MMIII=2003), e o meu número favorito, (XLIII=43).
Concluindo, este trabalho representa a minha evolução durante estes três anos no curso de Artes Visuais, e algumas ideias abstratas minhas, umas reais, outras imaginárias.

Algumas referências...: Capa do álbum ''World on Drugs'', Future & Juice WRLD e Capa do álbum ''Legends Never Die'', Juice WRLD"