Ana Sofia Silva, “Fantasia”, técnica mista, 21x29cm
Ao retratar um “cenário” na capa do livro, quis representar o poder que um bom livro tem de nos fazer escapar da realidade, nem que seja apenas por um momento, principalmente os livros de fantasia e ficção que contam histórias do inimaginável, seres fantásticos como sereias ou fantasmas, lutas épicas, histórias de princesas, poderes mágicos e muito mais.
Este desenho foi feito numa folha de papel cavalinho, tamanho A4, utilizando lápis de cor e caneta de bico fino preta. Com estes materiais, tencionava transmitir ao espectado, um outro mundo, completamente diferente da realidade e que é proporcionado pelo livro de fantasia onde este se encontra, deixando-nos perdidos nos seus encantos.
Para a realização deste desenho tive como inspiração o mapa do livro "O Príncipe Cruel” de Holly Black. Espero com isto incentivar-vos a escapar à realidade e a absorver o mundo fantástico que pode ser descoberto nas páginas de um livro."
Vitória Ferreira, “Identidade Desconhecida“, técnica mista s/ papel, 29x21cm
Lara Marques
"Decidi desenhar e falar acerca do bullying pois, além de já ter passado por essa experiência, é algo que deve ser falado porque, além de ser um grande problema, pode causar grandes prejuízos à formação cognitiva dos jovens. A infância e a adolescência são fases em que é essencial serem respeitadas. O bullying é um ato cruel, sendo bastante praticado com frequência na escola. Considero que deve ter consequências severas para que o praticante possa aprender a lição, para dar e receber o respeito o que é de direito do cidadão. Devemos de nos consciencializar de que ninguém é perfeito e que somos totalmente diferentes uns dos outros e devemos saber respeitar aqueles que nos rodeiam. Na minha opinião o bullying é um assunto muito sério, e da responsabilidade de todos: do que sofre, do que agride e do que silencia. Não sei se consegui superar o facto de ter sofrido bullying tanto verbal como físico mas, ao ter passado por essa experiência, percebi que não devemos ficar diferentes ou fazer algo que não gostamos para conseguirmos sermos aceites. Hoje em dia não busco ser igual a alguém, mas sim tentar entender realmente quem eu sou, quais são as minhas qualidades e os meus defeitos, e percebi também que todas as pessoas, sem exceção, têm as suas virtudes. Aprendi também que é importante na vida saber respeitar as diferenças de todos e jamais esquecer que todos temos valor e que não precisamos provar nada a ninguém. Acho que a partir do momento em que nos sentimos bem connosco mesmos, somos fortes o suficiente para lidar com o comportamento dos outros em relação a nós seja ele de aprovação ou rejeição."
"Para realizar este trabalho fui ao google procurar imagens e inspirei-me por uma imagem que vi. Fiz este desenho, porque o meu sonho é ser jogadora de futebol e o Neymar é uma das minhas maiores inspirações. Então decidi pintá-lo com o seu equipamento da seleção porque achei mais interessante devido ao facto de a seleção significar mais em termos de representar o nosso país e estarmos em tempo de copa do mundo. A técnica usada e materiais usados foi a tinta da china e lápis de cor sobre papel com gramagem alta."
Clara Oliveira
Este trabalho livre não é inspirado em nenhuma obra que já exista ,é uma ideia original minha. O trabalho foi feito sobre papel cavalinho A4 com tinta da china e lápis de cor.
O trabalho têm três elementos, que têm significados que acrescentam valor sentimental :
``auréola ``
A auréola que fiz tem como significado esperança, porque a árvore cresce para a luz, o que demonstra que a esperança é muitas vezes o que nos dá motivos para continuar.
árvore
a árvore retratada no desenho representa os sentimentos que oscilam para as pessoas terem a esperança que tanto almejam.
“pedras”
as pedras do trabalho estão empilhadas desproposito para darem o efeito que iram cair sobre a árvore partindo-a ou dificultarem as raízes de crescer.
Afonso Barbosa
"Nesta Memória descritiva vão ser relatados todos os passos dados para a realização do projeto de trabalho livre do 1.º período. Nomeei este trabalho de ‘‘The problems of a teen’’ (Os problemas de um(a) adolescente) que fala acerca de um tema que é tão estudado por especialistas e pessoas interessadas no assunto e ao mesmo tempo é ignorado por pessoas que podem ou não ser-nos muito próximos (exemplo: familiares). O trabalho livre baseia-se essencialmente nos sentimentos, dúvidas e desconfortos que um adolescente pode vir ou não a ter.
Para a realização deste projeto comecei por fazer o esboço a lápis de grafite HB do personagem que está no primeiro plano de visão. Após fazer os esboços necessários, comecei a fazer a lápis de grafite os detalhes da personagem. Para a realização da identificação desta personagem resolvi fazer algo parecido com a minha imagem tendo utilizado roupas minhas e um cabelo parecido com o meu. Pode-se reparar que esta personagem possui uma certa máscara, que é uma referência à música ‘‘Happy Face’’ de Jagwar Twin, que senti que iria combinar perfeitamente com o tema e iria, digámos, aperfeiçoá-lo.
O trabalho em si fala não só de problemas mas também de algo que nos deixe bem e a essa mínima parte do trabalho chamei-lhe de bolha, esta bolha é aquela onde nos sentimos seguros, ou seja, é aquele refúgio onde nos sentimos calmos e serenos. Na personagem pode-se reparar uma espécie de sombra que simboliza todos os medos da personagem que se apodera aos poucos da personagem afastando cada vez mais as nossas bolhas.
Neste trabalho utilizei 1 marcador de lettering vermelho para as letras, marcadores preto tanto de ponta fina como grossa para palavras e contornos, lápis de cor para a personagem e as bolhas e esferográficas preto, azul e vermelho para o conjunto de medos da personagem em papel cavalinho A4.
Para a realização deste trabalho inspirei-me na música ‘‘Happy Face’’ de Jagwar Twin, na capa do livro ‘’ Não é Loucura, é Ansiedade’’ de Sophie seromenho, da 4.ª edição e de certa maneira em mim mesma."
Catarina Medeiros







































