segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

Trabalho Livre de Alícia Monteiro, 1.ºP

 


Memória Descritiva do Trabalho livre 

Desenho A
Ilustração de poemas de Fernando Pessoa


 

“AutoPsicografia”

Neste poema o poeta mostra a identidade de um poeta e aborda o processo de escrever poesia. Fala de si mesmo como poeta e como pode ser um fingidor. Devido a isso, pretendi mostrar nesta ilustração o poeta Fernando Pessoa e o seu maior vício, o vinho, que foi a causa da sua morte.

Técnicas usadas: guache e lápis de cor;

Suporte usado: folha de aguarela.



 

“Tabacaria”

O poema retrata a sensação de infinito. Fernando Pessoa sentia que a felicidade não era possível na realidade e que carregava consigo vários problemas. Tanto no poema como na ilustração, tento representar a dor infinita marcada pelo sangue, no fundo e a sair dos olhos, e também o cansaço e a dor.

Técnicas usadas: guache e lápis de cor;

Suporte usado: folha de aguarela.



 

"Não sei se é sonho ou realidade”

Neste poema, Fernando Pessoa fala sobre a realidade e o sonho, perguntando-se se é possível encontrar a felicidade interna. Devido a essa questão, Fernando Pessoa diz que o sonho reflete a felicidade e a realidade a tristeza. Assim, nesta ilustração, fiz uma pequena criança a ver o céu numa realidade que poderia ou não ser um sonho.

Técnicas usadas: guache e lápis de cor;

Suporte usado: folha de aguarela.



 

"Não sei quantas almas tenho “

Para a ilustração do poema “ Não sei quantas almas tenho" o poeta reflete acerca de si próprio, tentando responder à questão “Quem sou eu?”. Então na ilustração pretendi mostrar a alma de Fernando Pessoa a crescer, representada por uma árvore onde as raízes se conectam a um ser vivo que faz a árvore crescer ao longo do tempo, tal como a nossa alma muda ao longo do tempo. 

Técnicas usadas: guache e lápis de cor;

Suporte usado: folha de aguarelas.



 

“Gato que brincas na rua”

Gato que brincas na rua é um poema de Fernando Pessoa onde o poeta inveja realmente "a sorte" do gato, que é a sorte de ser inconsciente e poder brincar sem pensar em mais nada. Nesta ilustração pretendi mostrar o contraste entre Pessoa e o Gato. Pensado em Fernando Pessoa como um esqueleto que só sente a dor de pensar com o seu Gato que reflete o que ele deseja ser e sentir.

Técnicas usadas: guache e lápis de cor;

Suporte usado: folha de aguarela.

Alícia Francisca, 12.ºF

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