segunda-feira, 5 de abril de 2021

Trabalho Livre da Alícia Monteiro

Um Corpo Ideal





 

"O meu trabalho livre foi realizado tanto em meio digital como em meio tradicional. Tenho por objetivo que este trabalho possa ser algo que mostre às pessoas para que elas se sintam felizes e, além disso, que percebam que o corpo de cada mulher é único e bonito à sua maneira.

A minha motivação para realizar este trabalho foi um caso familiar, a minha mãe, que sofre muito acerca disso, e eu quero mostrar que ela, tal como outra mulher qualquer, podem ser bonitas mesmo tendo marcas no corpo, sendo mais magras ou mais gordas, de outras nacionalidades ou até com defeitos.

 



Técnicas usadas: técnicas mistas;

Suporte usado: folha de aquarelas e tintas;


Nesta pintura pretendo mostrar uma menina de outra cultura que não pode usar roupas que mostram muito a pele pois isso não é aceite em alguns locais.





Técnicas usadas: técnicas mistas;

Suporte usado: folha de aquarelas e tintas;

No seguinte trabalho mostro uma mulher de pele escura que está confortável consigo mesma e mostra que aceita como ela própria. Não é por ser de outra cor de pele que é menos que os outros.




Técnicas usadas: técnicas mistas;

Suporte usado: folha de aquarelas e tintas;

Nesta pintura estou a mostrar as imperfeições humanas que muitas mulheres podem ter e não são aceites... Muitas vezes são maltratadas por causa de algo natural e que pode ter a sua beleza.



Técnicas usadas: técnicas mistas;

Suporte usado: folha de aquarelas e tintas;
Neste trabalho está a mostrar as manchas que muitas mulheres ganham na pele de forma natural ou por acidente.
Também mostro que as mulheres também podem ter pelos, pois é algo humano e devia ser mais aceite pela sociedade atual.



Técnicas usadas: técnicas mistas;

Suporte usado: folha de aquarelas e tintas;

Esta cara mostra as várias medidas que são impostas em nós pela sociedade. Ninguém devia ter o direito de nos rebaixa pelas nossas imperfeições, afinal é isso que nos torna bonitos e únicos.

Por fim, tal como as minhas obras não são perfeitas, o corpo humano também não é, mas devemos amar quem somos e o que fazemos."

Alícia Francisca, 12.ºF



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