segunda-feira, 5 de abril de 2021

Trabalho Livre da Mara Silva

 

A Deusa






 



"Trabalho realizado numa tela de 40X50 , com recurso a tinta acrílica, pastel seco, posca preta e aguarela de mica.

Neste trabalho queria continuar a minha jornada da representação feminina, mas pretendia explorar uma composição mais completa e complexa. Tinha como objetivo criar um quadro de estilo religioso mas, obviamente com um toque de execução pessoal. Utilizei as folhas à volta da figura, escurecidas num quase degradê, para criar o efeito de profundidade. As peças douradas que a deusa usa, servem para enaltecer a sua beleza e o poder que dela emana. 

Não coloquei pupilas na figura com a intenção de lhe dar um ar de uma criatura que não é completamente humana e para intensificar a sensação de autoridade que a deusa tem. 

Este é um trabalho de que me orgulho muito e que me desafiou a pensar fora da caixa e a quebrar os meus limites em termos de composição e de utilização de materiais."

Mara Silva, 12.ºF


Trabalho Livre da Inês Sousa

“Efeito Borboleta”, Inês Sousa, 59x35cm, acrílico sobre tela





 

Estudo



Nesta pintura, realizada no âmbito da disciplina de desenho A, como trabalho final do segundo período, inspirei-me no simbolismo da borboleta, que é normalmente associada com à transformação, uma nova fase, infância para a vida adulta. Já o título “Efeito Borboleta” é uma referência à “Chaos theory” que trata da imprevisibilidade dos eventos, e a noção de que uma pequena mudança pode causar danos significativos.
A borboleta é o motivo principal da pintura sendo a única coisa com cor quente contrastando com o resto do corpo e fundo. Esta pintura foi realizada em acrílico com aplicação de verniz.

Trabalho Livre de Ana Beatriz Filipe


"Heartless”

"Estre trabalho é em geral sobre o coração. O coração, apesar de ser um músculo oco que bombeia o sangue através dos vasos sanguíneos, acabamos por o sentir ligado às nossas emoções/sentimentos. No entanto, o nosso cérebro é a nossa base de pensamentos e sentimentos como a raiva, tristeza, alegria, amor, medo e até mesmo ansiedade, mas por vezes cada um desses sentimentos acabam por ser demais até mesmo pela saúde mental. Esta obra demonstra um coração fora do corpo a ser esmagado e também furado que representa algo como tirar as emoções e estes sentimentos para fora e não os sentir mais, daí o nome ser “Heartless” - sem coração. Os materiais utilizados foram: tinta acrílica e lata de grafite preta prateada. O suporte é tela de 24 por 18 cm."

Ana Beatriz Filipe, 12.ºF

Trabalho Livre do Tiago Rodrigues







"Ao ler e pesquisar sobre artistas em busca de inspiração
para os meus próximo quadros, encontrei um vídeo sobre
Zdzislaw Beksinski, um pintor polaco que pintava imagens
de pesadelos, influênciadas pelos tempos pós-guerra em
que vivia.

O que aprendi sobre este artista é que ele pintava
quadros pelo simples motivo de pintado algo para que se
pudesse olhar e apreciar, sem passar qualquer mensagem,
sem significado, porque uma obra de arte pode existir sem
significado à priori, desta forma, sem nenhuma ideia nem
objetivo impostos no espectador, a sua mente terá uma
interpretação totalmente livre, sem guia.

Não os quadros deste pintor em si, mas sim a forma de
pensar que algo pode ser dado significado depois de ser
criado, foi o que inspirou esta coleção de trabalhos.

Escolhi as primeiras cinco imagens que encontrei
aleatoriamente e achei interessantes o suficiente e
pintei-as sem nenhuma mensagem ou simbolismo escondido.
Desta forma qualquer que seja a pessoa que a observe irá
criar ela mesma uma história se for pedido para pensar no
que estes quadros representam, todos eles têm a
possibilidade de trazer memórias, ou nostalgia, ou
história totalmente nova, mas ao mesmo tempo não têm isso
ligado a eles, não têm significado, nem representam nada,
mas irão representar quando forem vistas e quem as vê
pensar sobre elas, cada pessoa que as verá terá uma
versão diferente da mesma base de uma história ou
sentimento."

Tiago Rodrigues, 12.ºF

Trabalho Livre da Alícia Monteiro

“Um Corpo Ideal”





 

"O meu trabalho livre foi realizado tanto em meio digital como em meio tradicional. Tenho por objetivo que este trabalho possa ser algo que mostre às pessoas para que elas se sintam felizes e, além disso, que percebam que o corpo de cada mulher é único e bonito à sua maneira.

A minha motivação para realizar este trabalho foi um caso familiar, a minha mãe, que sofre muito acerca disso, e eu quero mostrar que ela, tal como outra mulher qualquer, podem ser bonitas mesmo tendo marcas no corpo, sendo mais magras ou mais gordas, de outras nacionalidades ou até com defeitos.

 



Técnicas usadas: técnicas mistas;

Suporte usado: folha de aquarelas e tintas;


Nesta pintura pretendo mostrar uma menina de outra cultura que não pode usar roupas que mostram muito a pele pois isso não é aceite em alguns locais.





Técnicas usadas: técnicas mistas;

Suporte usado: folha de aquarelas e tintas;

No seguinte trabalho mostro uma mulher de pele escura que está confortável consigo mesma e mostra que aceita como ela própria. Não é por ser de outra cor de pele que é menos que os outros.




Técnicas usadas: técnicas mistas;

Suporte usado: folha de aquarelas e tintas;

Nesta pintura estou a mostrar as imperfeições humanas que muitas mulheres podem ter e não são aceites... Muitas vezes são maltratadas por causa de algo natural e que pode ter a sua beleza.



Técnicas usadas: técnicas mistas;

Suporte usado: folha de aquarelas e tintas;
Neste trabalho está a mostrar as manchas que muitas mulheres ganham na pele de forma natural ou por acidente.
Também mostro que as mulheres também podem ter pelos, pois é algo humano e devia ser mais aceite pela sociedade atual.



Técnicas usadas: técnicas mistas;

Suporte usado: folha de aquarelas e tintas;

Esta cara mostra as várias medidas que são impostas em nós pela sociedade. Ninguém devia ter o direito de nos rebaixa pelas nossas imperfeições, afinal é isso que nos torna bonitos e únicos.

Por fim, tal como as minhas obras não são perfeitas, o corpo humano também não é, mas devemos amar quem somos e o que fazemos."

Alícia Francisca, 12.ºF



Trabalho Livre do Ângelo Coelho


"O Deus da Guerra''

 

"Neste trabalho livre, realizado no âmbito da disciplina de Desenho A, pedido pela professora Ana Cristina Magalhães, representei uma personagem que me é nostálgica, Kratos, a personagem principal da franquia ''God of War''. Para a concretização desta obra, usei Lápis de Grafite, Lápis de Cor, Aguarelas e Acrílicos sobre folha A3.

Kratos foi um respeitado guerreiro e general espartano, filho de Zeus (Deus do Olimpo), e de uma mortal, Callisto. Ainda jovem, construiu uma família com uma mulher chamada Lysandra, e tiveram uma filha, Caliope, procurando uma vida melhor. Certo dia, Kratos partiu para uma guerra contra um povo bárbaro e, perante a sua eminente morte em campo de batalha, faz uma oração ao deus da guerra, Ares, prometendo assim a sua alma em troca da vitória. Após alguns trabalhos mandados por Ares, o mesmo testou a lealdade de Kratos, levando a sua família para uma aldeia que estava sobre ataque do exército espartano, fazendo Kratos matar a sua família. A partir desse dia, Kratos jurou vingança a Ares, sendo amaldiçoado pelos deuses a carregar as cinzas de sua família e o sangue de todos os inocentes que matara, daí a sua pele branca e as suas tatuagens vermelhas. Tempos depois, Kratos consegue a sua vingança, finalmente conseguindo matar Ares após obter um poder capaz de matar um deus e que liberta todo o mal do mundo ( A caixa de Pandora), ocupando o seu cargo de deus da guerra. Após vários anos de tortura psicológica, traumatizado pela morte da sua família, tendo pesadelos recorrentes sobre esse acontecimento, Kratos pede ajuda aos deuses para esquecer esses traumas. Assim, os deuses propõem-lhe trabalhos para o poderem ajudar. Com medo da sua força, os deuses traíram Kratos, tirando-lhe todos os seus poderes e o matando em sequência. Este desenho representa o momento exato após o resurgimento de Kratos, mostrando toda a sua raiva e desejo de vingança. O contraste de cores quentes com o fundo faz com que este trabalho destaque ainda mais o estado de espírito do atual Deus da Guerra.

Concluindo, esta obra representa a minha evolução desde que entrei no curso das Artes Visuais e o sentimento de nostalgia que tenho por esta fabulosa franquia de jogos que se baseia na mitologia grega."

As quatro fases do trabalho

Ângelo Coelho, 12.ºF

Trabalho Livre do Pedro Rodrigues

The end of the war

(Este aluno não é penalizado pelos erros ortográficos)



"O meu trabalho livre é uma BD original, onde comecei uma história de um rapaz que tinha como sonho servir o seu país. Este trabalho faz uma introdução à história que estou a criar.

Tive um longo processo para definir o que eu queria para o "universo", para a história, para os cenários e para as personagens. Primeiro, comecei a escrever possíveis universos que podia trabalhar, foi uma escolha não muito demorada, pois eram todos muito diferentes e eu preferi trabalhar no que me era mais confortável, seres mágicos e possivelmente uma variedade de raças extensa. 

Já na parte da história, decidi trabalhar com duas potências que estão em guerra onde, numa delas, mora o nosso protagonista.

De longe o mais complicado foi definir como seria o design das personagens, pois não sabia muito bem como representar parte da sua personalidade em si mesmos, mas acho que consegui bem. 

Já a parte que mais gostei foi a de começar a desenhar. Depois de estar tudo estabelecido e de limar umas arestas, resolvi começar e, sem dúvida, o que mais gostei de desenhar foram as partes de ação. Adorei trabalhar com o movimento rápido das personagens e de fazer os seus diálogos que, quanto a isso, não sei se estão muito orgânicos (mas parecem) e com muitos erros ortográficos, não esquecer.

Para concluir, depois deste processo criativo todo, desenhei 17 páginas de BD onde comecei a trabalhar 4 personagens das muitas que tenciono explorar no futuro.

Gostei muito esta introdução e trabalhar nela e, com certeza, acho que este trabalho mostra a minha evolução artística e criativa ao longo destes anos letivos, onde trabalhei anatomia e movimento como aprendi e onde usei lápis de grafite de diferentes durezas, caneta ultra fina e marcador preto."

Pedro Rodrigues, 12.ºF


Trabalho Livre da Maria Gonçalves






"Para a realização deste trabalho utilizei como suporte duas folhas de papel de aguarela de formato A3. Já os materiais utilizados foram: tinta acrílica, aquarelas, lápis de cor, caneta preta de ponta fina 02 e 04 e caneta de ponta fina branca.
Desta vez decidi inspirar-me num dos meus grupos de kpop favoritos, os TXT (Tomorrow X Together). Como não consegui escolher apenas um membro resolvi desenhá-los a todos. A ideia deste trabalho vem de um dos videoclipes deles que se chama “Angel or Devil” (Anjo ou Diabo). Por isso é que, de um lado esquerdo tem os membros (Soobin e Beomgyu), que representam os anjos, e do lado direito tem os membros (Taehyun e Yeonjun) que representam o diabo, já no meio (como diz na música) tem o membro (Hueningkai), que não sabe que lado escolher. Inspiração: https://youtu.be/cfm97EKin4c
Demorei cerca de dois dias para a realização deste trabalho. No primeiro dia desenhei a base do desenho a lápis de grafite utilizando várias durezas, já no segundo dia foi a hora de dar cor ao trabalho. No inicio estava com um pouco de medo, pois tinha gostado tanto do resultado que estava com receio de o pintar, mas lá consegui começar a pinta,r acabando-o a tempo. Quando o acabei de pintar o resultado que era suposto ficar não era o resultado que vemos agora, mas sim o seguinte.


Mas quando levantei o meu braço para observar o trabalho descobri que tinha uma mancha azul na camisola de um dos membros, era tarde demais: não a consegui tirar nem disfarçar... então decidi pintar tudo como vemos no trabalho mais recente. No final disto tudo acabo por achar que isto foi um sinal do destino a dizer que eu tinha mesmo de pintar trabalho todo e não deixar só as figuras a branco, já que estava indecisa se pintava o trabalho todo ou não, o destino tratou do assunto."


Maria Patrício Gonçalves, 12º F

Trabalho Livre do Luís Ferreira


 

"Durante este período letivo tivemos a oportunidade de estudar outras formas de representar arte. Infelizmente não foi possível explorar tudo o que era pretendido devido ao prolongar do vírus. Contudo, uma das coisas que nós estudamos que mais me interessou foi a banda desenhada e queria utilizar isto como uma oportunidade de fazer uma curta história baseada numa pintura que encontrei feita por Jacob Medina ( https://jacobmedina.com ) Esta pintura serve como um comentário crítico sobre a riqueza do mar e a relação do ser humano com ele. Contudo, com esta banda desenhada queria relatar uma mensagem mais cômica. 

Este trabalho foi começado em 15/03 e foi acabado 17/03, foi realizado numa folha A3 com o auxílio de marcador e pastel seco. Como tinha dito anteriormente, decidi fazer deste trabalho algo cómico ao contrário da pintura original, por isso no último "quadrado" mudei a narrativa para que o peixe bata na cara do pescador. Achei isto uma boa maneira de dar a narrativa de que o mar é capaz de nos atirar com as coisas à cara."

Luís Ferreira, 12.ºF


Trabalho Livre da Érica Amorim

"Com estes trabalhos quis abordar vários medos e situações da sociedade de uma maneira criativa: cinco trabalhos diferentes com cinco significados diferentes. Para a sua realização utilizei tinta acrílica, tinta de aguarela, lápis de cor e caneta de ponta fina. O suporte foram cinco folhas A4. 



“O Interior”
As mãos que saem de dentro da cabeça mostram que muitas pessoas não conseguem mostrar o que realmente são por medo de serem criticadas e julgadas pela sociedade. Este trabalho representa as pessoas que têm a ousadia de conseguir mostrar o que querem e lutam pelos seus valores. 




“A Mascara”

Este trabalho representa a depressão. Muitas pessoas “usam” máscaras para não terem de dar explicações à sociedade, já que muitas vezes esta doença é desvalorizada.  




“A Guerra Interior”

Este trabalho representa mais uma vez a guerra interior que, muitas vezes,
as pessoas têm consigo mesmas.



“Aperto”

Com este trabalho as mãos representam a sociedade a oprimir,
a discriminar e a tentar moldar as pessoas como quer. 




“Sufoco”

Neste trabalho, a mão à frente da boca representa os opressores. A pessoa por de trás da mão serve para demonstrar que muitas pessoas sofrem caladas, e que muitas vezes não conseguem pedir ajuda e acabam por sofrer sozinhas."

Erica Amorim, 12.ºF