quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

O pinheiro de Natal

— Que maravilhosa fogueira — pensou o Cavaleiro —. Nunca vi fogueira tão bela.
Mas quando chegou em frente da claridade viu que não era uma fogueira. Pois era ali a clareira de bétulas onde ficava a sua casa. E ao lado da casa, o grande abeto escuro, a maior árvore da floresta, estava coberta de luzes. Porque os anjos do Natal a tinham enfeitado com dezenas de pequeninas estrelas para guiar o Cavaleiro.
Esta história, levada de boca em boca, correu os países do Norte. E é por isso que na noite de Natal se iluminam os pinheiros.
in: Sophia de Mello Breyner Andresen, O Cavaleiro da Dinamarca




No âmbito da transformação da árvore de Natal numa nova forma, os alunos do 11ºF produziram os trabalhos agora  expostos. As técnicas de expressão foram definidas por cada aluno.

Mafalda Nogueira, caneta de feltro e lápis de cor

Marisa Santos, esferográfica e aguarela

Miriam Martins, lápis de cor e caneta de feltro

Nuno Santos, lápis de cor e de grafite

Gustavo Couto, caneta esferográfica

Luana Resende, lápis de cor


Joaquim Pinto, lápis de cor e caneta de feltro


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